sexta-feira, 1 de novembro de 2013

‘Stultorum infinitus est numerus’




Nota do BlogA matéria reproduzida aqui pode parecer chocante a certos espíritos. Acha-se, com efeito, retratada sem véus.
Embora a contragosto, não nos abstemos, porém, de fazê-lo, visto estarem os comentários em perfeita sintonia com os nauseabundos e fesceninos dias em que vivemos.
Em tempos menos fétidos, dizia-se que matérias desse quilate deveriam ser lidas “tapando-se o nariz” e de esguelha ou soslaio...
Por último, associe-se o leitor católico (para o qual, de forma precípua, temos a honra de nos dirigir) ao nosso preito de imprescindível reparação, que depositamos aos sacrossantos pés de Jesus e Maria!







Têm razão todos os que questionam se o passo a seguir ao "casamento gay" (protecção e incentivo estatal à homossexualidade), não poderá ser o estado incentivar relações sexuais entre humanos e animais. Peter Singer, o ateu utilitarista pró-homossexualidade (chama "alegria" à sodomia), coloca o sexo entre humanos e animais como o próximo tabu a derrubar, depois de referir a homossexualidade livre de constrangimentos sociais como uma conquista do último século. Não se admirem se, mais dia menos dia, a bestialidade começar a constar nos programas de "educação sexual" das escolas estatais...

Se Peter Singer é filósofo, eu sou o rato mickey. A sua argumentação é amoral e ilógica. Pretende legitimar o sexo entre humanos e animais, basicamente dizendo que há pessoas têm sexo entre humanos e animais. É o mesmo que defender a moralidade do homicídio, apresentando-o como uma realidade que acompanha a humanidade desde sempre. Puro irracionalismo.

Como mentiroso que é, cita o pedófilo Kinsey enquanto suposta autoridade científica. É sabido que a estratégia desse monstro, o pai da sexologia, também passou por desmoralizar a sociedade norte-americana (e o resto do mundo ocidental por arrasto), sob uma falsa autoridade científica. Este tipo de gente sempre pensou que uma coisa se torna moral, se for provada a sua prática generalizada ou comum entre a população. Isto já é uma falácia grotesca, mas o pior é quando eles tentam provar quão generalizada está uma prática sexual, elaborando estatísticas propositadamente viciadas. Basicamente, entrevistam grupos de violadores, pedófilos, zoófilos, etc., e depois generalizam os gostos e taras destes, em termos percentuais, para o total da população.

É assim que, segundo Kinsey, a quem Singer dá credibilidade total, 50% (metade!) dos homens rurais da América tinham relações sexuais com animais! Por mero senso comum, alguém pode considerar plausível esta "descoberta científica"? Só arrancando os olhos à razão.

Um outro "investigador", biólogo holandês, é citado por Singer quanto à teoria de que isto passava-se assim porque as jovens mulheres da época, na sua maioria só aceitavam ter relações sexuais depois do casamento.

Vamos pensar um pouco. Metade do mundo rural masculino norte-americano conspurcava-se com vacas e vitelas, porque a maioria do universo rural feminino norte-americano guardava-se para o casamento. O argumento é absolutamente idiota e auto-contraditório. Uma sociedade tão casta ao ponto de ser generalizada a abstinência sexual antes do casamento, não pode ser simultaneamente tão promíscua (e porca!) ao ponto de metade (!) dos seus homens terem sexo com vacas e vitelas.

Peter Singer é um tarado que cita supostas autoridades científicas para demonstrar que as raparigas têm mais atracção por cavalos do que os rapazes, e que isso se trata de uma atracção sexual. O argumento apresentado é do que passear sentado em cima do cavalinho, vai de encontro à anatomia sexual feminina. É preciso ser mesmo tarado para ver pormenores e relações destas. A tese implicaria que as mulheres também fossem mais atraídas por bicicletas e motas do que os homens.

Para além da lógica, baseada numa mentira, do "muita gente faz", o anormal do Singer também defende o fim do tabu da bestialidade afirmando que os outros mamíferos, tal como nós, têm pénis e vaginas, afirmando que a vagina de uma vitela pode proporcionar prazer a um homem. O prazer e a compatibilidade "mecânica" dos órgãos envolvidos, são assim as referências máximas a que a inteligência porcina de Singer consegue chegar, para discutir moral sexual.

Ele teoriza, estupidamente, que o tabu do sexo entre humanos e animais se pode ter originado na rejeição mais generalizada de actividades sexuais não-reprodutivas. Ou seja, em vez de dizer o porquê de defender como errada a reprovação moral do sexo entre humanos e animais; atribui uma origem a essa ideia. A apologia da bestialidade é, como não podia deixar de ser, completamente ilógica.

A noção é a de que já quase todos os tabus sobre o sexo não-reprodutivo foram vencidos, pelo que a resistência do tabu sobre a bestialidade se deve a uma "força" que leva os humanos a distinguirem-se dos animais. Aqui, conclui-se o que disse no início: temos todos os motivos para temer que depois da "benção" estatal e banalização do homossexualismo, venha a apologia estatal da bestialidade. É o próprio "filósofo" Peter Singer, ateu, anticristão, pró-homossexualismo, abortista, esquerdista e ídolo pop "progressista", quem coloca as coisas nesta ordem!

Peter Singer identifica a tradição judaico-cristã como responsável por esta (maldita aos seus olhos) distinção entre humanos e animais. O que é um argumento de peso contra os ateus, fãs de Singer, que dizem que a cultura judaico-cristã é responsável por barbárie e retrocesso civilizacional. A não ser que se considere civilização e progresso, os humanos terem relacionamentos sexuais com inquilinos de estábulos, galinheiros, canis e pocilgas...

A única reticência moral que o elevado Singer coloca no sexo entre homens e animais, é no caso da actividade ser violenta ou fatalmente cruel para os bichinhos. Mas, diz ele, o sexo com animais não tem de envolver sempre crueldade. E até dá um exemplo:

«Who has not been at a social occasion disrupted by the household dog gripping the legs of a visitor and vigorously rubbing its penis against them? The host usually discourages such activities, but in private not everyone objects to being used by her or his dog in this way, and occasionally mutually satisfying activities may develop.»

Talvez aqui ele, segundo os seus próprios termos, tenha sido demasiado conservador, não? Se o cão tiver a iniciativa à frente de toda a gente, para quê reservar e limitar a "actividade mutuamente satisfatória" em privado. Se é para acabar com todos os tabus, para quê impedir que o cão use o Singer (presumo que o "filósofo" fale por experiência própria), para se satisfazer sexualmente, e ao seu dono, logo e onde lhe der vontade?

"Not everyone objects to being used by her or his dog?" Fala por ti, ó Singer...

O "filósofo" termina com um caso muito interessante. O de uma tratadora de orangotangos que reagiu com tranquilidade, quando um indivíduo da espécie se aproximou dela com uma erecção. A tratadora tranquilizou os presentes, não porque fosse possível lutar e dominar o bicho, mas porque os orangotangos têm um órgão sexual muito pequeno. Ao fim de pouco tempo, parece que o animal perdeu o interesse.

A conclusão de Singer é então espectacular. Louva a tratadora, dizendo que o aspecto fundamental do caso é ela não ficar chocada ou horrorizada, por ser objecto de interesse sexual de animais (inofensivos). Conclui que isto implica que o sexo entre humanos e animais deixe de ser visto como ofensa ao estatuto ou dignidade humana. Tudo a ver...

Ou seja, como as bestas podem ver-nos como objectos de satisfação sexual, respeitem-se as bestas, desde que elas não sejam violentas. Escapam a Singer dois pormenores. A tratadora só não ficou chocada e horrorizada, talvez pelo simples facto do "equipamento" do animal ser inofensivo

E Singer só não fica chocado e horrorizado com actos sexuais entre humanos e animais, porque, entre outras aberrações do género que descreve no seu texto, é tão doente que consegue imaginar uma utilidade sexual para o instinto de sucção das vitelas, descrevendo a cena em calão corrente. Os orangotangos ou outros bichos terem iniciativa sexual CONTRA humanos, não atenta contra a dignidade humana. Atenta contra a sua segurança e/ ou a higiene. Um humano ver nisso algo que legitima a bestialidade, é que atenta contra a sua dignidade. No fundo, acha o "convite" interessante e concretizável. Sente-se dignificado por ele. Um orangotango ou cão "entusiasmar-se" pelo Singer, é para este o mesmo que uma mulher mostrar interesse sexual por um homem normal. Fica orgulhoso e é tentado a pensar "porque não?"


"Humans have often thought of "love for animals" in ways that go beyond a pat and a hug..."


Peter Singer, in "Heavy Petting


Fonte: Notas Impertinentes

Pio IX e Dixieland




Um dos fatos mais negligenciados dos tempos da guerra civil americana é a simpatia que o Sul ganhou do mais influente monarca de Europa – O papa de Roma.

O papa Pio IX nunca assinou efetivamente qualquer tipo de aliança ou “afirmação de apoio” com os Estados Confederados da America, mas aqueles que entendem a nuance do protocolo papal, o que ele fez foi um tanto impressionante. Ele reconheceu o Presidente Jefferson Davis como “O honorável Presidente dos Estados Confederados da America."

Para isto nós podemos pegar Três coisas sobre o Papa Pio IX

1. Ele chamou Jefferson Davis pelo titulo habitual de “Honorável”.

2. Ele o reconheceu como presidente de uma nação.

3. Ao fazer isto, ele (ao menos a nível pessoal) efetivamente reconheceu que os Estados Confederados da América como uma entidade soberana, separada dos Estados Unidos da América.

Noticias sobre isto chegaram ao Norte, e a Casa Branca estava consideravelmente irada sobre isto, incitando uma resposta do Vaticano que a Carta do Papa não tem um significado de um reconhecimento “Oficial”, no sentido formal.

A carta do Papa a Jefferson Davis estava acompanhada de uma imagem autografada do Papa.

Há muitas possíveis razões porque este Pontífice seria simpático aos CSA e seu presidente, mas a mais provável é que o Papa Pio IX reconheceu na tradicional cultura Cristã do sul, uma mentalidade oposta ao avanço do modernismo liberal. Você vê que Pio IX que compôs o famoso “Syllabus de erros” , que condenou as filosofias modernistas do liberalismo, humanismo, secularismo e marxismo. É especulado que Pio IX viu na confederação um movimento político mergulhado na tradição cristã européia, e, portanto, um potencial aliado contra o modernismo liberal no continente Norte Americano. Infelizmente, a Confederação foi derrotada, e o Presidente Davis foi capturado. Como a “desconstrução” do sul começou, e Davis esperava seu julgamento, é entendível por que o Papa seria simpático.
O Papa Pio IX foi uma figura reverenciada no Sul do pós-guerra. O General Robert E. Lee manteve um retrato dele em sua casa, e se referia a ele como o único verdadeiro amigo do sul durante seu tempo de necessidade. Ambos Davis e Lee eram Episcopais, como eram muitos sulistas antes da guerra, uma denominação que tinha muitas coisas em comum com o catolicismo antes da influencia modernista do Século XX. Davis era visitado freqüentemente por freiras católicas sulistas durante sua prisão, que entregavam mensagens para ele e rezavam por sua liberdade. Ele eventualmente foi libertado, nunca passando por julgamento, em razão de que ele nunca cometeu um verdadeiro crime. . Acredita-se que a maioria dos ministros do Supremo Tribunal dos EUA naquela época reconheceu o direito de secessão.

Americanos do sul de hoje deveriam se confortar sabendo que a antiga confederação teve um amigo europeu, e apenas aconteceu de ser um dos mais respeitados homens do mundo- não apenas um chefe de estado, mas tambem o lider da maior religião Cristã do mundo. O dia virá quando o Papa Pio IX sera canonizado como santo, Ele ja foi beatificado, o que o coloca bem nesse caminho. Quando este dia chegar, os Sulistas terão um especial direito especial para se gabar, não muito apreciada por muitas nações ainda hoje. Eles não só poderão ser capazes de melhorar as simpaticas durante e depois da grande Guerra, mas ele tambem terão em sua posse coletiva uma reliquia do homem, uma carta escrita a mão e uma foto autografada.




POR RAFAEL MANIERI

Fonte: Estudos Católicos Monárquicos

TRADIÇÃO EM FOCO COM ROMA: LOBOS COM PELE DE OVELHA




TRADIÇÃO... FORA DE FOCO; 'ROMA' É PURO PRETEXTO.







O BLOG 'TRADIÇÃO EM FOCO COM ROMA' É, VISTO EM PROFUNDIDADE, CARACTERISTICAMENTE DO GÊNERO ‘QUINTA-COLUNA’ – PERVERSOS ADULTERADORES DA FÉ CATÓLICA, QUE, SOB O PRETEXTO DE PROPAGAR “UNIÃO A ROMA”, SEM PEJO, NÃO VACILAM EM PROPUGNAR — TANTO NO CAMPO DA FÉ COMO NO DA MORAL — TODA SORTE DE DOUTRINAS HERETIZANTES, ESCANDALOSAS, FALSAS, ERRÔNEAS, OFENSIVAS AOS OUVIDOS PIOS...

CONSTITUEM O AGRUPAMENTO DOS QUE FIZERAM RALLIEMENT COM O VATICANO II E, PRETENDENDO-SE TRADICIONALITAS [SIC!] MODERADOS, SUSCITAM DIVISÃO, DESORIENTAÇÃO E ENGANO NAS HOSTES VERDADEIRAMENTE TRADICIONAIS.

LANÇAM MÃO DE TODA ESPÉCIE DE ARTIFÍCIOS BISONHOS E CEDIÇOS PARA COONESTAR O DESASTROSO CONCÍLIO VATICANO II FORJANDO UMA INTERPRETAÇÃO EM CONSONÂNCIA COM A SANTA E INVARIÁVEL TRADIÇÃO CATÓLICA DUAS VEZES MILENAR.

SEGUNDO A ACEPÇÃO CONTEMPORÂNEA, PODE-SE QUALIFICAR ESSA MANOBRA DE "PROPAGANDA ENGANOSA".

SÃO, PORTANTO, LOBOS DISFARÇADOS DE OVELHAS.

ATENTEMOS PARA O VISGO DA SERPENTE!

“...INIMIGA NÃO HÁ MAIS FERA QUE A PIEDADE FALSA DA SINCERA.” Já dizia Luiz de Camões!


Core Catholica

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Após proibir palmadas, Suécia ‘sofre’ com geração de crianças mimadas


A proibição das punições físicas a crianças foi incorporada ao código penal da Suécia em 1979

Marie Märestad (dir.) e seu marido concedem entrevista à agência AFP em outubro Foto: AFP

A Suécia, primeira nação do mundo a proibir as palmadas na educação das crianças, se pergunta agora se não foi longe demais e criou uma geração de pequenos tiranos.
"De uma certa forma, as crianças na Suécia são extremamente mal educadas", afirma à AFP David Eberhard, psiquiatra e pai de seis filhos. "Eles gritam quando adultos conversam à mesa, interrompem as conversas sem parar e exigem o mesmo tratamento que os adultos", ressalta.
O livro "Como as crianças chegaram ao poder", escrito por Eberhard, explica porque a proibição das punições físicas - incorporada de forma pioneira ao código penal da Suécia em 1979 - levou, pouco a pouco, a uma interdição de qualquer forma de correção das crianças.
"É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias: quando ir para a cama, o que comer, para onde ir nas férias, até qual canal de televisão assistir", avalia ele, considerando que as crianças suecas são mal preparadas para a vida adulta.

O comportamento das filhas levou o casal Märestad a procurar aconselhamento Foto: AFP

"Nós vemos muitos jovens que estão decepcionados com a vida: suas expectativas são muito altas e a vida se mostra mais difícil do que o esperado por eles. Isso se manifesta em distúrbios de ansiedade e gestos de autodestruição, que aumentaram de maneira espetacular na Suécia", diz o psiquiatra.
Suas teses são contestadas por outros especialistas, como o terapeuta familiar Martin Forster, que sustenta que, numa escala mundial, as crianças suecas estão entre as mais felizes. "A Suécia se inspirou sobretudo na ideia de que as crianças deveriam ser ouvidas e colocadas no centro das preocupações", afirma Forster. Segundo ele, "o fato de as crianças decidirem muitas coisas é uma questão de valores. Pontos de vista diferentes sobre a educação e a infância geram culturas diferentes".
O debate sobre o mau comportamento das crianças surge regularmente nas discussões sobre a escola, onde os problemas de socialização ficam mais evidente. 

"É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias" - David Eberhard (Psiquiatra)

No início de outubro, o jornalista Ola Olofsson relatou seu espanto após ter ido à sala de aula de sua filha. "Dois garotos se xingavam, e eu não fazia ideia de que com apenas 7 anos de idade era possível conhecer aquelas palavras. Quando eu tentei intervir, eles me insultaram e me disseram para eu ir cuidar da minha vida", conta à AFP.
Quase 800 internautas comentaram a crônica de Olofsson. Entre os leitores, um professor de escola primária relatou sua rotina ao passar tarefas a alunos de 4 e 5 anos: "Você acha que eu quero fazer isso?", disse um dos alunos. "Outro dia uma criança de quatro anos cuspiu na minha cara quando eu pedi para que ela parasse de subir nas prateleiras".
Após um estudo de 2010 sobre o bem estar das crianças, o governo sueco ofereceu aos pais em dificuldade um curso de educação chamado "Todas as crianças no centro". Sua filosofia: "laços sólidos entre pais e filhos são a base de uma educação harmoniosa de indivíduos confiantes e independentes na idade adulta".
Um de seus principais ensinamentos é que a punição não garante um bom comportamento a longo prazo, e que estabelecer limites que não devem ser ultrapassados, sob pena de punição, nem sempre é uma panaceia.
"Os pais são instruídos a adotar o ponto de vista da criança. Se nós queremos que ela coopere, a melhor forma de se obter isso é ter uma relação estreita", afirma a psicóloga Kajsa Lönn-Rhodin, uma das criadoras do curso governamental. "Eu acredito que é muito mais grave quando as crianças são maltratadas (...), quando elas recebem uma educação brutal", avalia. [SIC!]
Marie Märestad e o marido, pais de duas meninas, fizeram o curso em 2012, num momento em que eles não conseguiam mais controlar as crianças à mesa. "Nós descobrimos que provocávamos nelas muitas incertezas, que elas brigavam muito (...) Nós tínhamos muitas brigas pela manhã, na hora de colocar a roupa para sair", relembra essa mãe de 39 anos. "Nossa filha caçula fazia um escândalo e nada dava certo (...) Nós passamos por momentos muito difíceis, até decidirmos que seria bom se ouvíssemos especialistas, conselheiros", conta Märestad, que é personal trainer em Estocolmo.
O curso a ajudou a "não lutar em todas as frentes de batalha" e a dialogar melhor. Mas para ela, as crianças dominam a maior parte dos lares suecos. "Nós observamos muito isso nas famílias de nossos amigos, onde são as crianças que comandam".
Segundo Hugo Lagercrantz, professor de pediatria na universidade Karolinska, de Estocolmo, a forte adesão dos suecos aos valores de democracia e igualdade levou muitos a almejarem uma relação de igual para igual com seus filhos. "Os pais tentam ser muito democráticos (...) Eles deveriam se comportar como pais e tomar decisões, e não tentarem ser simpáticos o tempo todo", diz Lagercrantz.

Ele vê, contudo, algumas vantagens nesse estilo de educação. "As crianças suecas são muito francas e sabem expressar seu ponto de vista", afirma. "A Suécia não valoriza a hierarquia e, de uma certa forma, isso é bom. [SIC!] Sem dúvida, esta é uma das razões pelas quais o país está relativamente bem do ponto de vista econômico". [SIC!]


Fonte: Terra

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Liberdade em marcha à ré









MAC MARGOLIS 


Há poucas décadas, ser tirano era mais simples. Bastava usar farda ou cercar-se de urutus. Ninguém se preocupava com a voz das urnas, Parlamentos ou juízes com cabeça própria. Se a imprensa insistia, era só parar a gráfica. Mas o mundo girou. Os autoritários usam guayaberas, ternos finos ou, em Buenos Aires, salto Christian Louboutin. Adoram as eleições, desde que ganhem, resultado quase garantido pelas regras oficiais. Gostam tanto da ordem constitucional que mandam reeditar as Constituições sempre que podem.
No entanto, o que mais distingue o autoritário de hoje do modelo antigo é sua relação com a mídia. Com audiência globalizada e informação que voa à velocidade da internet, não condiz aos palacianos atuais agirem de forma bruta. Com um olho nas pesquisas, aprenderam a aveludar a mordaça.
Calar a crítica com discurso democrático virou prática padrão em diversos países das Américas. Faz parte da pauta das "ditaduras do século 21", nas palavras do cientista político equatoriano Osvaldo Hurtado - paródia evidente ao socialismo do século 21 de Hugo Chávez, ideário da revolução bolivariana.
Muitas chagas do subdesenvolvimento assolam a América Latina contemporânea. No quesito controle da mídia, os latinos não devem a ninguém. Caso a caso, os abusos parecem até desvios eventuais de uma região onde a democracia ainda está em transição. No seu conjunto, representam uma aberração continental, como ficou evidente na semana passada, na reunião anual da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
O destaque foi para as nações bolivarianas e simpatizantes, onde os governos partem para cima da mídia com golpes estudados. No Equador, na Bolívia e na Venezuela, o artifício é a lei Robin Hood. Apropriar-se das concessões de rádio e TV dos meios privados para redistribuí-las à mídia estatal e da "comunidade", entes confiáveis, sempre dispostos a divulgar a boa-nova do mandatário.
No Equador de Rafael Correa, a imprensa independente, antes majoritária, encolheu para um terço do mercado. Na Bolívia, Evo Morales quer mais: reduzir a mídia opositora a 10% ou 20% do total das emissoras do país. Outros governos partem para a guerra econômica. Na Venezuela, Nicolás Maduro simplesmente negou à imprensa acesso aos dólares que precisa para importar papel, tinta e equipamentos para rodar os jornais.
Na Argentina, Cristina Kirchner, possessa com a crítica, mandou fechar a torneira da publicidade oficial para La Nación, Clarín e outras empresas editoriais inconvenientes. A meta atingiu 17 jornais em Buenos Aires que já perderam 75% da sua receita de propaganda oficial desde janeiro.
Daniel Ortega, líder da Nicarágua, é mais contundente. Proibiu seu ministério de conceder entrevistas à imprensa privada ao mesmo tempo em que varreu o mercado de concessões. Dos nove canais de TV aberta, oito pertencem à mídia companheira. Na calada do dia, resta a dúvida. Por que os líderes emergentes de uma região em franca ascensão política e econômica fazem vista grossa aos ataques contra a liberdade de imprensa?
Para alguns analistas, a desunião política da região esvaziou os compromissos regionais. O Mercosul virou um clube político com agenda bolivariana. A OEA perdeu-se no ranço antigo entre Washington e o restante. Foi-se o tão celebrado espírito da união que, em 2001, pariu a Carta Democrática Interamericana, pacto fundado na convicção de que uma ameaça às liberdades de um país é um atentado contra todos. Agora, no lugar de princípios, prevalecem os interesses.
Não ajuda que os EUA, defensores históricos da democracia, tenham se calado. Constrangido por flagrantes de espionagem e distraído com conflitos distantes, Washington desperdiçou seu capital moral nas Américas. Melhor para o autoritarismo do século 21.
É COLUNISTA DO 'ESTADO',
CORRESPONDENTE DA REVISTA 'NEWSWEEK' E EDITA O SITE

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NEO-SANTOS DA NEO-IGREJA: A vez de Paulo VI



BEATIFICAÇÃO DE PAULO VI?




- Carta aos Cardeais -


Eminência Reverendíssima:

Li na Imprensa que, em 11 de Dezembro[1], os Cardeais e os Bispos, ultrapassado o obstáculo dos teólogos, darão o seu “sim” à beatificação de Paulo VI, apesar de não ter tido, durante a sua vida, fama de santidade e de ter sido, para muitos, o primeiro responsável pelos problemas atuais da Igreja, isto para não dizer que o seu Pontificado foi, na realidade, catastrófico!

Então, seja-me concedido citar o que foi relatado, em letras garrafais, na revista “Avvenire” de 19 de Março de 1999, página 17, acerca de Mons. Montini: “Ruini[2] traça o perfil do Papa [Paulo VI] que mudou a Igreja”.

Certíssimo!... Já o havíamos demonstrado com a nossa “Trilogia Montiniana”[3]nunca tida nem como falsa nem pouco fiável pelos meus opositores, limitando-se a graçolas e insultos, sem nunca denunciarem em público o “como”, o “onde”, o “porquê” de os nossos argumentos e documentos serem contrários à verdade.

Decerto, dizer a Verdade não é, de modo algum, uma ofensa, nem sequer à pessoa de Paulo VI, já entrado na História, motivo pelo qual toda a sua vida é objeto de estudo, sem reticências nem mistificações, sem lhe colocar a auréola na cabeça, o que significaria colocá-la igualmente na sua“revolução” operada pela Maçonaria, por seu intermédio, em nome do Vaticano II.

***

Deve-se, assim, apresentar o esboço das suas presumíveis virtudes, necessárias para uma beatificação. O Cardeal Ruini, no discurso de encerramento do Processo Diocesano, disse: “A sua Fé resplandece através da sua pessoa, brilha nas suas palavras. Em 1967, inicia o Ano da Fé. Em 1968, no átrio de São Pedro, proclama o Credo do povo de Deus[4]; uma Fé baseada no Credo de Niceia”.

Todavia, quanto a essa presumível Fé, que o Cardeal inclusivamente qualificou como “apaixonada”, desmente-a o mesmo Paulo VI, no seu famoso discurso sobre a autodemolição da Igreja, durante o qual disse: “A Igreja encontra-se numa hora de interrogação, de autocrítica. Dir-se-ia mesmo de autodemolição. Uma Igreja que quase, quase fere a si mesma. Todos esperam do Papa gestos clamorosos e decisivos. Mas o Papa não considera que deva seguir linha diferente daquela da confiança em Jesus Cristo, que se preocupa com a Sua Igreja mais do que qualquer outro. Será Ele que acalmará a tempestade”.

Esta sua declaração soa à traição ao seu dever de Vigário de Cristo, o Qual, para a defesa da Fé, se serviu sempre de Seus sucessores, a começar por São Pedro, Seu primeiro Vigário na Terra.

Logo, essa decidida recusa de Paulo VI em defender ele próprio a Fé foi uma aberta recusa de fazer aquilo que era, contudo, o seu primeiro dever. Portanto, a sua política de “não intervenção” foi uma abdicação do seu ofício próprio, no dever de intervenção na autodestruição da Igreja, que ELE mesmo conduzia. Uma recusa, assim, que constitui autêntico pecado de omissão.

Como pensar, então, em levar aos altares, à veneração dos fiéis, um Papa que tão gravemente faltou ao seu principal dever, que é, de fato, a defesa do “depositum fidei”?

Paulo VI abdicou do seu principal dever, não o cumprindo como Cabeça da Igreja Católica, a fim de se colocar ao serviço da Humanidade e conciliar todas as crenças e todos os cultos numa única religião universal. Sonhando converter-se no grande unificador dos povos, sacrificava a Igreja Católica, a Tradição, as Instituições, os próprios fiéis, para formar esse movimento de animação espiritual da Democracia Universal, que deve escravizar a Igreja a o mundo.

Deste modo, Paulo VI, não distinguindo já a Igreja de Cristo, que é “uma e não duas ou mais”, foi o primeiro Papa que, no discurso de abertura da Terceira Sessão[5], em 14 de Setembro de 1964, conclamou as comunidades religiosas cismáticas e heréticas, dizendo:
“Oh Igrejas distantes e tão perto de nós! Oh Igrejas objeto do nosso sincero pensamento! Oh Igrejas da nossa incessante nostalgia! Igrejas das nossas lágrimas!”… E anunciou, logo e em muitas ocasiões, o mútuo perdão pelas culpas recíprocas[6].

Posteriormente, a sua incessante propaganda ecumênica foi só para levar ao reconhecimento das outras comunidades cristãs, e não para conduzi-las à verdadeira comunidade de salvação[7].

Prova disso é a sua visita ao Conselho Ecumênico das Igrejas[8]em 10 de Junho de 1969, onde foi recebido por cerca de 230 comunidades religiosas. Ali, Paulo VI assumiu a linguagem deles e ainda participou desse cisma geral com esta afirmação: “a fraternidade cristã (…) entre as Igrejas que formam o Conselho Ecumênico e a Igreja Católica”…ignorando que não pode haver fraternidade entre a Igreja Católica e osdissidentes. Por outro lado, ele mesmo levantou a questão, dizendo: “A Igreja Católica deve tornar-se membro do Conselho Ecumênico”. E disse logo: “em tão grande fraternidade, não cremos que a questão da participação Católica no Conselho Ecumênico esteja madura a ponto de que se possa e deva dar uma resposta positiva. A questão fica no campo das hipóteses (…) graves implicações (…) caminho largo e difícil”.

Foi um discurso “balão de ensaio”, porque, no fundo, lá estava o seu “sim”;provou-o ao dizer: “O espírito de um são Ecumenismo[9], que anima uns e outros (…) reclama, como condição primeira para o contato frutuoso entre diferentes confissões, que cada um professe lealmente a própria fé”; e, aqui, Paulo VI convidou ao reconhecimento dos valores positivos cristão-evangélicos que se encontram nas outras confissões e à abertura de todas as possibilidades de colaboração… como no campo da caridade e da busca da paz entre os povos.

Finalmente, à pergunta sobre se há salvação em uma ou outra das 234 “igrejas” membros do CEI, ao passo que a doutrina da Igreja Católica sempre tinha respondido negativamente, Paulo VI, pelo contrário, responde afirmativamente! Vê-se sempre esta “mens” sua quando acolhe judeus, muçulmanos, bonzos, budistas… e visitando-os durante as “viagens apostólicas”, com o fim do “diálogo”.

Mas, antes de Paulo VI, nenhum Papa tinha declinado a Fé no plural; Paulo VI, contudo, dizia que as “confissões” se homenageavam mutuamente.

Durante a sua viagem ao Uganda, Paulo VI falou dos “mártires ugandeses”; foi, pois, visitar esses “mártires católicos”, mas confundidos, indiscriminadamente, com os muçulmanos, com os protestantes; segundo ele, morreram em “espírito ecumênico”, unidos para além dos conflitos dogmáticos. Igualmente, na sua viagem a Bombaim (onde os hindus lhe ofereceram um pequeno ídolo, e os budistas, um Buda!), Paulo VI não mostrou nenhum discernimento entre as religiões humanas e a Católica.

E mais se poderia continuar sobre este tema da Fé. Bastará mencionar, por agora, esse seu escandaloso gesto da entregar aos turcos, com um pedido de desculpas por escrito, o “glorioso estandarte de Lepanto”, quase se desculpando de que não tivessem tido liberdade para ocupar e entregar ao Islã toda a Europa Católica.

Quanto ao seu “Credo do povo de Deus”, que o Cardeal Ruini comparou ao“Credo de Niceia” e apresentou como o non plus ultra da Fé de Paulo VI, tem de se dizer que o citado “Credo”, recitado em público no átrio de São Pedro, foi precedido por “dois esclarecimentos” de Paulo VI: o primeiro, que ele queria dar um “firme testemunho da verdade divina confiada à Igreja” (isto é louvável!); mas o segundo esclarecimento punha tudo em discussão,porque excluía, expressamente, que o seu “Credo” fosse uma “definição dogmática”. Disse, de fato: “Vamos fazer uma profissão de Fé, pronunciar um ‘Credo’ que, sem ser uma definição dogmática (…), com algum desenvolvimento requerido pelas condições espirituais do nosso tempo”[10].

Ora, esta sua expressão eliminava do nosso Credo Católico a nota de infalibilidade, por ser este de “Verdade revelada”, de Fé Divina e de Fé Católica, atestada pela Sagrada Escritura e pela Tradição.

Em São Pedro lê-se: “Inde oritur unitas sacerdotii”[11]ou seja, o Papa deve ser o vínculo da Caridade e, portanto, da união. Todavia, Paulo VI honrava e preferia “aqueles que estão distantes” aos próximos na Fé, mostrando, em relação a estes, uma fria amizade; admirava a linguagem, os ritos religiosos e as tradições dos “outros”, enquanto perseguia os que pertencem à antiga Tradição Católica. As portas da sua casa estavam sempre abertas para os teólogos aventureiros, para os agitadores, para os que espalhavam escândalos e heresias, não dissimulando nunca, pelo contrário, a sua animosidade em relação aos tradicionalistas e integristas que defendiam o que ele queria destruir. Não os excomungou porque não tinha razões canônicas para tal, mas precavia-se em não manter contato pessoal direto com eles. O que é mais do que uma excomunhão, porque é aanulação supressão dialética do adversário, como o que este texto assina, que não se vergou jamais às loucuras, aos caprichos, às distorções, às extravagâncias de tanto clero progressista de obediência servil em levar a termo, como disse o Cardeal Garrone, “a derrota do outro partido”.

Dos muitos feitos da sua falsa Caridade, podem se ler uns quantos nos meus três livros sobre Paulo VI, a respeito do seu sectarismo que tinha todo o sabor do cisma. Sim, porque o cisma, sendo a separação da Igreja Católica de uma parte dos fiéis, pode se definir como um “pecado-delito” contra a Caridade, que é amor guiado pela Fé e pela Esperança; e que, necessariamente, implica ódio contra o Reino de Deus e a Igreja, para debilitar esta e arrancar-lhe as almas mediante excisões e heresias!

Por isso, jamais Paulo VI poderia ter lançado este grito:
“CHARITAS CHRISTI URGET NOS!”[12].

***

Depois do que escrevo sobre Paulo VI, sou obrigado a colocar em evidência o profundo mistério da “mens” de Paulo VI modernista, por meio dos seus“feitos” “ditos, porque constituem a razão da minha reação espiritual, que tanto me faz sofrer”.

Digne-se, Eminência, tomar em consideração o meu trabalho, expressão do meu respeito e da minha oração.

Pbro. Luigi Villa







LISTA DOS “FEITOS” Y “DITOS” DE PAULO VI

PAULO VI E A DUPLA MISSA NEGRA

A eleição ao papado do Cardeal Montini (21 de Junho de 1963) foi devida à intervenção de alguns representantes da Alta Maçonaria Hebraica da B’nai B’rith[13].

Em 29 de Junho de 1963, oito dias após a eleição de Paulo VI, foi celebrada, na Capela Paulina e numa capela de Charleston (Carolina do Sul – EUA) uma dupla missa negra, com o fim de entronizar Lúcifer na Capela de São Paulo, coração do Catolicismo.

No fim dessa missa sacrílega, os participantes da Capela Paulina juraram:

“entregar a Alma nas mãos do onipotente Lúcifer”;
“serem instrumentos e colaboradores voluntários dos fundadores da ‘Casa do Homem sobre a Terra’.”;
“modelar a ‘Nova Era do Homem’.”;
“erigir a ‘Igreja Universal do Homem’.”.

Depois dessa missa negra, que fez Paulo VI nos seus 15 anos de Pontificado?

Desde a sua viagem à Terra Santa, em 1964, Paulo VI começou a usar o“Éfode[14], símbolo da negação da divindade de Jesus Cristo.

Em 1964, Paulo VI, na presença de 2.000 Bispos, depôs definitivamente a Tiara sobre o altar, repelindo os três poderes papais, significando, assim, que já não desejava governar a Igreja.

Lendo a Trilogia Montiniana de Dom Luigi Villa, descobre-se que Paulo VI:

inventou um cristianismo novo, desligado da Cruz;
- substituiu o “Culto de Deus” pelo “Culto do Homem”, ou seja, o primado do sobrenatural pelo primado do natural e do temporal;
- substituiu o primado da “Lei de Deus” pelo primado da “consciência”;
- substituiu o primado do “Reino de Deus” e da vida eterna pelo primado do “mundo”, da “Paz” e do “paraíso na Terra”!;
- inventou um cristianismo que considera Cristo como um “libertador”,não do pecado, mas do sofrimento e da escravidão;
- inventou um Evangelho confundido com a “Carta dos Direitos do Homem” e colocado ao serviço da “justiça social”; os “Direitos de Deus” foram abolidos em favor da exaltação dos “Direitos” e dos “gostos” do homem;
- reduziu a evangelização do sobrenatural “docete” a um “diálogo” que se apoia apenas nos meios humanos e não procura a conversão;
- inventou um cristianismo que, idolatrando o homem, proclamou a “Liberdade religiosa” como direito fundamental e absoluto do homem, e promoveu um falso amor pelo homem, sobre o qual Paulo VI fundou a sua“Religião do Homem”:
“Devemos assegurar, no caminho da Igreja, um novo modo de sentir, de querer, de comportar-se”;
“A religião deve ser renovada”;
“Já não é caso de atrair as almas e interessá-las pelas ‘coisas supremas’.”;
“Não se trabalha para a Igreja, mas trabalha-se para a Humanidade”;
“Não chegará o homem moderno, um dia (…), a prestar ouvidos à voz maravilhosa do Espírito que nele palpita? Não será a religião de amanhã?”;
“O nosso Humanismo transforma-se em Cristianismo, e o nosso Cristianismo transforma-se em teocêntrico, de modo que podemos igualmente afirmar: para conhecer Deus, há que conhecer o homem”!;
“O homem revela-se-nos gigante. Revela-se-nos divino. Revela-se-nos divino não em si, mas no seu princípio e no seu destino. Honra ao homem, honra à sua dignidade, ao seu espírito, à sua vida! […]. Honra ao homem; honra ao pensamento! Honra à ciência! […]. Honra ao homem, Rei da Terra, e agora também Príncipe do Céu!”.

Em 7 de Dezembro de 1965, Paulo VI, perante toda a Assembleia Conciliar, pronunciou o discurso no qual proclamou o “CULTO do HOMEM”[15]:

“Para conhecer Deus, há que conhecer o homem”.
“Toda esta riqueza doutrinal do Concílio não visa senão uma coisa: servir ao homem”.
“o Humanismo laico e profano apareceu, finalmente, na sua terrível estatura e, em certo sentido, desafiou o Concílio. A religião do Deus que se fez Homem encontrou-se com a religião do homem que se fez Deus… Nós, mais que quaisquer outros, NÓS TEMOS O CULTO DO HOMEM!”.
“… O homem revela-se divino. Revela-se-nos divino não em si, mas no seu princípio e no seu destino”.

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