segunda-feira, 7 de julho de 2014

O QUE SE PREPARA PARA O SÍNODO DE OUTUBRO?


DESTAQUE – COMENTÁRIO



Agora nós não estamos mais limitados a considerar a comunhão para os divorciados e recasados, mas ampliando a questão para todas "as coabitações irregulares"? Eu espero que os eclesiásticos mais elevados considerem a questão pastoral de quanto tempo os casais devem coabitar antes que possam receber a Sagrada Comunhão? Os párocos, como Pe. Vicario e eu mesmo, precisam saber onde a linha será desenhada.

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A ira cadente sobre o pobre Pe. Vicario não terminou com uma repreensão de seu Ordinário. O Cardeal Baldisseri, o secretário-geral do próximo Sínodo, disse que as palavras de Pe. Vicario foram "loucas, uma opinião estritamente pessoal de um pároco que não representa ninguém, nem mesmo a si mesmo" ("una pazzia, un’opinion estrettamente personale di un parroco che non rappresenta nessuno, neanche se stesso.")
O artigo de Sandro Magister faz uma comparação pertinente entre as palavras do sacerdote italiano e as do Cardeal Collins, arcebispo de Toronto, que foi nomeado em janeiro deste ano como um dos cinco membros da Comissão de Cardeais Supervisionar o Instituto para as Obras de Religião.

Sandro Magister está certo ao apontar que o cardeal Collins não disse nada diferente do Pe. Vicario. E ele está certo em perguntar se ele também será acusado de ser louco.

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Padre Italiano é chamado de louco por Baldisseri porque ensina doutrina tradicional sobre o divórcio

(Pe. Timothy Finigan | Tradução Blogonicus) - Nos círculos eclesiásticos exaltados na Itália, parece haver uma nova ortodoxia emergente com relação à questão da Sagrada Comunhão para os divorciados que voltaram a casar. Então rigorosa é que um padre da paróquia recebe um míssil guiado a partir do coração da cúria por sua discordância.

Muitos leitores seguem o blog em inglês de Sandro Magister, Chiesa, por seu comentário bem informado e incisivo sobre assuntos do Vaticano. Magister também escreve um blog de língua italiana para L'Espresso, chamado Settimo Cielo, que muitas vezes tem material adicional de grande interesse.

Há poucos dias, em seu artigo Cose da pazzi. Il cardinale Collins e il curato dicampagna ("Coisas malucas. O cardeal Collins e o padre do campo") Magister contou sobre a reação ao Padre TarcisioVicario, pároco da diocese de Novara, na Itália, que recentemente falou sobre a questão da Sagrada Comunhão para os divorciados que voltaram a casar, dizendo:
"Para a Igreja, que atua em nome do Filho de Deus, o casamento entre os batizados é só e sempre um sacramento. O casamento civil e a coabitação não são um sacramento. Portanto, aqueles que se colocam do lado de fora do Sacramento por contrair casamento civil estão vivendo uma infidelidade contínua. Não estamos tratando do pecado cometido em uma ocasião (por exemplo, um assassinato), nem uma infidelidade por descuido ou hábito, onde a consciência em qualquer caso, nos chama de volta ao dever de reformar a nós mesmos por meio de sincero arrependimento e um verdadeiro e firme propósito de distanciar-nos do pecado e das ocasiões que levam a isso. "

O Bispo de Novara deixou claro que um apelo à lógica ou o bom entendimento da analogia retórica, iria cair em ouvidos moucos, caracterizando a expressão do padre como:
"uma equação inaceitável, embora introduzida como um exemplo, entre coabitação irregular e assassinato. O uso do exemplo, mesmo se escrito entre parênteses, revela-se inapropriado e enganoso, e, portanto, errado."


Ortodoxia é loucura para Baldisseri

Na verdade o padre Vicario não "igualou" coabitação irregular e assassinato. Todo o seu ponto era que eles são diferentes - um é um estado permanente, onde a pessoa não tem a intenção de mudar sua situação, o outro é um pecado cometido em uma ocasião especial, quando uma consciência formada adequadamente chamaria a pessoa se arrepender e não cometer o pecado novamente.

A ira cadente sobre o pobre Pe. Vicario não terminou com uma repreensão de seu Ordinário. O Cardeal Baldisseri, o secretário-geral do próximo Sínodo, disse que as palavras de Pe. Vicario foram "loucas, uma opinião estritamente pessoal de um pároco que não representa ninguém, nem mesmo a si mesmo" ("una pazzia, un’opinion estrettamente personale di un parroco che non rappresenta nessuno, neanche se stesso.")

Cardeal Collins

Deixando de lado a hipérbole tortuosa (como Sir Bernard Wooley poderia interpor, sua opinião não pode ser pessoal e ainda não representar a si mesmo) é preciso perguntar por que tal opinião popular e ortodoxa, expressa com clareza, deve ser objeto de tal condenação veemente.

O artigo de Sandro Magister faz uma comparação pertinente entre as palavras do sacerdote italiano e as do Cardeal Collins, arcebispo de Toronto, que foi nomeado em janeiro deste ano como um dos cinco membros da Comissão de Cardeais Supervisionar o Instituto para as Obras de Religião.

Uma semana atrás, na véspera da publicação do Instrumentum Laboris para o Sínodo, Brandon Vogt entrevistou o cardeal Collins para o blog Word on Fire. Durante o curso da entrevista, o cardeal Collins disse:
Muitas pessoas que são divorciadas, e que não são livres para casar, entram em um segundo casamento. Há várias razões que podem levar a isso, e seus irmãos paroquianos não devem se ocupar especulando sobre elas. Católicos nessa situação trágica podem estar envolvidos em muitos aspectos da vida da comunidade, mas eles não podem receber os sacramentos, como a Sagrada Comunhão, uma vez que qualquer que seja a sua disposição pessoal ou as razões para a sua situação, conhecido talvez somente a Deus, eles estão persistindo num modo de vida que é objetivamente contrário à ordem clara de Jesus. Esse é o ponto. O ponto não é que eles tenham cometido um pecado; a misericórdia de Deus é abundantemente concedida a todos os pecadores. Assassinato, adultério, e quaisquer outros pecados, não importa quão sério, são perdoados por Jesus, especialmente através do sacramento da Reconciliação, e o pecador perdoado recebe a comunhão. A questão na matéria de divórcio e do novo casamento é uma decisão consciente de alguém (por qualquer motivo) em persistir numa situação contínua de desconexão com a ordem de Jesus. Embora não seria certo para eles o acesso aos sacramentos, precisamos encontrar melhores formas de chegar às pessoas nesta situação, para oferecer-lhes assistência amorosa.

Sandro Magister está certo ao apontar que o cardeal Collins não disse nada diferente do Pe. Vicario. E ele está certo em perguntar se ele também será acusado de ser louco.

Por meio de um post-scriptum, você notou que parece que uma curva se forma?
Agora nós não estamos mais limitados a considerar a comunhão para os divorciados e recasados, mas ampliando a questão para todas "as coabitações irregulares"? Eu espero que os eclesiásticos mais elevados considerem a questão pastoral de quanto tempo os casais devem coabitar antes que possam receber a Sagrada Comunhão? Os párocos, como Pe. Vicario e eu mesmo,precisam saber onde a linha será desenhada.

Suponho que todos podem concordar que uma aventura de uma noite não é suficiente (embora quem sabe o que poderia ser proposto pelos verdadeiros malucos neste debate?). Mas será que algumas semanas de sexo com a namorada ou namorado, mudando-se com seu Playstation e liberando algumas gavetas para as suas roupas, vão colocá-lo em um estado apto a receber a Sagrada Comunhão?

Fonte: Blogonicvs


domingo, 6 de julho de 2014

Tradicionalista: Um católico autêntico, mas de segunda categoria, diz TV Aparecida


DESTAQUE

Padre Pedro toma como conclusão inicial que é menos preocupante ter filho ateu do que ter um filho que participe da missa tridentina, pois se participa da missa antiga, é um fundamentalista.
Obs: Esse vídeo deixa claro  porque suas missas são com “alegria”. 


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Tradicionalista: Um católico autêntico, mas de segunda categoria, diz TV Aparecida


Por Renato Aquino





No dia 26 de Junho de 2014, o programa “Em Frente”, da rede Aparecida recebeu a ligação de uma telespectadora, Vânia Bonatto. A telespectadora após cumprimentar os apresentadores fez uma pergunta ao padre Pedro Cunha, integrante do programa, e recebeu uma resposta simplesmente lamentável.
A seguir você lerá o dialogo realizado na emissora com grifos nossos e com notas em negrito azul escuro.
Padre Pedro, eu tenho uma duvida muito grande. – Eu tenho um filho e ele era extremamente religioso católico, ministro da palavra, de repente meu filho desvirtuou. Quer dizer, ele fala para mim: “Mãe, eu sou católico e continuo sendo verdadeiramente católico”, só que ele virou aquele católico antes do concílio Vaticano II, aquele tradicional. "Ummm, sei”.
Que eles vão numa capela, porque lá não tem igreja, eles vão numa capela que o padre celebra de costas para o povo, né!? minha nora de véu e só de saia. E, eles falam muito em mosteiro. Ele não perdia uma missa na rede Vida e na (TV) Aparecida, todos os dias, e era assíduo, e hoje está assim. E, eu estou muito triste. Ele me fala: ‘mãe, eu rezo o santo rosário todos os dias, eu sou católico e eu levo a fundo minha religião’, mas eu não concordo e não sei se estou errada ou não.
Até o momento, como é evidente, a telespectadora não apontou que seu filho seja sedevacantista, apostasta ou herético, apenas apontou um “modo de viver a fé” que ela não concorda – por ignorância – que ele pertença. Neste caso, o pedido da telespectadora era para esclarecer se seu filho era católico, pois sua ignorância e preconceito dizia justamente o contrário.
O padre Pedro pediu para que o apresentador Rodolfo Ferraz, um claro adepto da Teologia da Libertação (corrente condenada pelo Papa João Paulo II) ,  respondesse a telespectadora. Entretanto dá uma breve introdução: Trata-se de Igreja Católica, trata-se de fiel católico autêntico, mas a gente tem um reacionismo (nisso), não tem não!? Rodolfo dá uma risada e é interrompido por Denise Procópio, uma das apresentadoras do programa, que deseja colocar uma situação que para ela é parecida:
Deixa eu só colocar uma coisinha antes, eu tenho um e-mail aqui em mãos que até ia fazer uma leitura (apresentar como pauta a duvida), só que é a mesma colocação, só que (neste caso) a mãe diz que o menino se diz ateu. Posso ler? Porque se aí você quiser, você já faz um combinado…
Então, é apresentado o drama de uma mãe que quer reascender a fé em seu filho… Rodolfo pergunta ao pe. Pedro: O senhor gostaria de dar uma palavrinha e depois eu falo?
Olha,  com referência a esse jovem eu não tenho nenhuma preocupação, eu estou muito mais preocupado com a primeira questão do que com a segunda. E pode-se dizer assim: Nossa padre, pelo amor de Deus. ‘A pessoa é católica e está vivendo profundamente sua fé’. Gente, o fundamentalismo religioso é tão perigoso ou até mais perigoso que o ateísmo. Por quê? Porque o fundamentalismo religioso pode levar você a fazer loucuras. (como a história comprova, diz Rodolfo) exatamente. 
Sobre o adolescente: Ele está vivendo a fase dele. Sabe o que a senhora tem que fazer? Não precisa discutir, nem convencê-lo de nada. A senhora tem que ser uma excelente católica, uma excelente cristã para que ele receba o evangelho vivo, não o evangelho falado, não o evangelho lido. Se ele receber isso, fique tranquila que quando ele crescer um pouquinho mais, que a coisa apertar, ele vai dizer ‘aí meu Deus.’ É igual aquelas pessoas que eram católicas e se tornam evangélicas, que não querem saber de Nossa Senhora, mas quando dão um tropeção, a primeira coisa que faz é: Aí minha nossa Senhora. Né!? Agora vamos voltar a aquele caso porque eu acho que é importante, concluí o padre.
Padre Pedro toma como conclusão inicial que é menos preocupante ter filho ateu do que ter um filho que participe da missa tridentina, pois se participa da missa antiga, é um fundamentalista.
Rodolfo: Então, de fato, eu compartilho da preocupação do padre porque há muitos grupos hoje com viés fundamentalistas,e, eu não estou, e sei que o padre também não, dizendo que é o caso deste grupo que seu filho pertence, mas o que aconteceu? Há uns anos atrás (2007), o Papa Bento XVI autorizou que aquelas comunidades bem formadas para isso e que quisessem celebrar no rito antigo, que chamamos o rito do concílio de Trento, pudessem fazê-lo. Por uma sensibilidade do Papa de respeitar aquelas comunidades que gostariam de manter essa maneira de rezar.

O que aconteceu foi uma proliferação que é o contrário ao que o próprio Papa Bento XVI quis.


Opa, não é isso que Bento XVI diz na Summorum Pontificum  (documento que liberou a missa antiga). Bento XVI é enfático que << é lícito celebrar o Sacrifício da Missa segundo a edição típica do Missal Romano, promulgada por João XXIII em 1962 e nunca ab-rogada>> Rodolfo pega Artigo terceiro do documento, que fala a respeito de como as comunidades religiosas podem viver isso, e diz que é o desejo do Papa que somente tal grupo tenha acesso. Totalmente falso, pois diz o artigo 2: 
“Nas Missas celebradas sem o povo, todo o sacerdote católico de rito latino, tanto secular como religioso, pode utilizar seja o Missal Romano editado pelo Papa  João XXIII em 1962 seja o Missal Romano promulgado pelo Papa  Paulo VI em 1970, e fazê-lo todos os dias à excepção do Tríduo Pascal. Para tal celebração segundo um ou outro Missal, o sacerdote não necessita de qualquer autorização da Sé Apostólica nem do seu Ordinário.”
Tudo o que vai alem dessas palavras é acréscimo do senhor Rodolfo.
A pergunta veio calhar porque ontem ainda (25/06) o Papa Francisco  recebeu um grupo de religioso (leia-se Franciscanos da Imaculada) que só querem rezar a missa assim e o Papa os recebeu para os dizer: ‘Não, mesmo que a Igreja com Bento XVI tenha autorizado, eu quero que vocês peçam autorização porque oficialmente o rito da missa é aquela do Paulo VI, do concílio Vaticano II, da igreja povo de Deus em que todo mundo participa’. Então, há uma volta a esse tipo de movimento que é perigosíssimo e que não é pela liturgia ou porque esse grupo foi formado por muitas pessoas antigas no latim ou que gostariam, como o Papa quis, respeitar, continuar rezando assim.
É o tradicionalismo pelo tradicionalismo. Pra fazer afronta a nossa maneira de ser Igreja hoje, como se estivesse errado participar com o povo participando, com o padre voltado para o povo. Então, infelizmente não fica só na celebração da liturgia, mas em toda uma mentalidade que acompanha e que critica o concílio Vaticano II, que é o espírito no qual a Igreja vive, e está celebrando as graças desse concílio 50 anos depois.
Opa, como dito anteriormente, o filho da telespectadora apenas participa de missas na forma extraordinária, não foi dito nada a respeito de criticas ao missal de Paulo VI que não é uma obra do concílio em si, mas concomitante ao concilio.

 Agora vem a parte mais desastrosa da conversa: padre Pedro prova por A+B que não sabe sequer o que é uma missa.

Pe. Pedro Cunha toma a palavra:
Olha, olha Rodolfo, eu sei que tem um telefonema aguardando, mas eu queria dizer uma coisa como padre: Eu sou padre há 25 anos, você já foi as minhas missas, Denise já foi há muitas missas minhas e eu celebro com alegria, eu celebro com gosto, celebro com entusiasmo, mas eu celebro com o povo, com a participação deles, com a vida deles e eu não celebro missa para mim.

E, e eu sinceramente eu não consigo me imaginar eu dar as costas a um povo e rezar uma missa, como? De que jeito e que de modo? De que forma eu vou fazer isso? Pelo amor de Deus. É o povo de Deus que está ali. Eu sou a presença de Jesus Cristo para aquele povo, então eu tenho que abraçar aquele povo, estar com ele, cantar com ele, sorrir com ele, falar com eles e rezar com eles, porque é povo de Deus, não sou eu sozinho.

Ele parte do pressuposto de que o povo não tem “participação” na missa de Pio V, pobrezinho, confunde a santa missa com um showzinho. Claro que o povo “interage” no missal de Pio V, mas se não interagisse, não muda nada. Acredite padre Pedro, ninguém acorda cedo aos domingos para assistir seus numerozinhos, nem para ver seu belo rosto, pois o centro da missa é Cristo, não o padre Pedro Cunha, nem o povo. A missa que o centro é o dialogo entre o povo e o sacerdote é uma invenção de Lutero.



Sobre o sacerdote estar de costas para o povo: Querido sacerdote, como podes dizer uma besteira dessas? A missa é o sacrifício de Cristo em favor do povo, não para o povo. O padre celebra in persona Christi para Deus pai.
A missa é portanto o sacrifício de Cristo dirigido a Deus pai em favor do povo de Deus, entende a diferença? Alias, pe. Pedro, já que gosta tanto de  atitudes do Papa,  porque não disserta um pouco a respeito do Papa Francisco celebrar “de costas” (adotando sua linguagem) para o povo?
Não sabeis que essa posição está no missal de Paulo VI? Alias, usais o missal em suas missas ou só vai com pompons para ajudar na alegria, gosto e entusiasmo?
Já que a questão é o novo caminhar da Igreja, poderia nos mostrar onde tem no missal as atitudes do vídeo abaixo?  


Obs: Esse vídeo deixa claro  porque suas missas são com “alegria”. 
Outra coisa que eu tenho muito medo, é de se esconder de um modo, parece, eu estou julgando, talvez seja um pecado meu, né!? E acho que estou julgando mesmo, mas as vezes eu tenho a impressão que algumas pessoas dessas escondem e utilizam isso como uma espécie de cortina, de véu mesmo, para esconder outras coisas, né!? E, não é por conta disso – quem sou eu para dizer isso, viu!? – é uma percepção que eu tenho, mas eu tenho a impressão de que  é como se dissesse assim:  É, eu faço assim para que ninguém perceba de fato quem eu sou.
Logo, missas com arremesso de bola, como o vídeo acima, mostram o mais profundo do padre Pedro. 
Rodolfo retoma a palavra e diz:
Então, né padre!? Como eu dizia, a liturgia não é só o rito, e toda uma mentalidade, aqueles gestos, aqueles movimentos, aqueles cerimoniais, é uma mentalidade para vida. Veja o que ela (a telespectadora) diz: Que o filho largou a comunidade que ele servia como ministro da palavra, que a esposa do filho agora só pode usar saia e fica de véu na liturgia, provavelmente a igreja separada, de um lado só os homens do outro só as mulheres, ou seja, vai contra o espirito do concílio e não foi isso que o Papa Bento XVI quis ao autorizar a celebração da missa de Trento.
Mais uma mentira. O missal de Paulo VI não é obra do concílio. O missal de Paulo VI foi criado no mesmo período, mas é obra de Paulo VI , não do concílio, pois a sacrosanctum concilium (documento do Vaticano II que fala sobre a liturgia) não mandou hora alguma que se fizesse um novo missal!

Fonte: Fidespress

sábado, 5 de julho de 2014

Casamento homossexual é ‘sacramento luciferino’, diz porta-voz do “Templo Satânico” nos EUA








Luis Dufaur
         

Sempre que o povo americano tentar conter o aborto ou manter leis do casamento tradicional, os seguidores de Satanás estarão lá para se opor — prometeu o porta-voz nacional do Templo Satânico. Esse grupo ganhou notoriedade pela tentativa de realizar uma “Missa Negra” na Universidade de Harvard, a qual foi repelida pelos estudantes católicos. Segundo seu porta-voz, Lucien Greaves, as restrições ao aborto violam as crenças religiosas satânicas, e o “casamento” homossexual é um “sacramento” da religião diabólica.

“Uma das coisas com a qual fortemente nos importamos é o direito dos homossexuais”, disse Greaves. “Para nós, o casamento [homossexual] é um sacramento. Nós o reconhecemos e achamos que o Estado deveria reconhecê-lo por motivos de liberdade religiosa” — acrescentou.
Em sentido contrário, Adam Cassandra, gerente de comunicações da Human Life International, disse à imprensa que essa postura do Templo Satânico “confirma a posição de muitos no movimento pela vida, de que  os ataques à vida humana inocente e à família são demoníacos em sua origem”. E completou: “Mesmo que advoguem por ‘justiça’ e ‘direitos’, eles se identificam com aquele que tem sido a fonte de todos os males e os enganos ao longo da história humana”.
Defensores da vida vinham notando que, em suas manifestações públicas, alguns progressistas liberais invocavam forças demoníacas em seus esforços de lobby por esse ou aquele projeto. Em julho de 2013, um grupo de apoiadores do aborto gritava “Ave Satã!”, enquanto cristãos pró-vida cantavam “Amazing Grace” na Assembleia do Texas, antes de ser aprovada a  lei proibindo os abortos após 20 semanas nesse estado.
“Este lance do Templo Satânico torna simplesmente mais forte o argumento de que há alguma tramoia ou mal por detrás do ataque mundial à vida por nascer e ao casamento”, disse Cassandra ao LifeSiteNews.
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( * ) Luis Dufaur é escritor e colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)


Fonte: Abim

quinta-feira, 3 de julho de 2014

EM QUE CONSISTE A FELICIDADE CELESTE?


DESTAQUE

‘Qualquer um que deseje algo, não goza nem se alegra nem descansa enquanto não o obtém. E nas coisas temporais ocorre que se apetece o que não se tem, e o que se possui se despreza e produz tédio; mas não é assim nas coisas espirituais. Pelo contrário, quem ama a Deus o possui, e por isso o ânimo de quem O ama e O deseja n’Ele descansa’.


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EM QUE CONSISTE A FELICIDADE CELESTE?


Segundo Pe. Royo Marín, O.P., para que um objeto seja a causa de alegria e felicidade perfeita para o homem, ele deve resumir em si quatro condições essenciais: ser o bem supremo que não entre em confronto com outro maior; excluir toda e qualquer mescla de mal; saciar por completo todas as aspirações do coração humano; e, por último, ser estável, ou seja, que uma vez obtido não possa ser perdido. Segundo este moralista, tais requisitos não são cumpridos por nenhum dos seres criados, sejam eles dinheiro, fama, glória, beleza, etc.; essa tese é confirmada taxativamente pela Santa Mãe Igreja (CCE 1723): “a verdadeira alegria não está nas riquezas ou no bem-estar, nem na glória humana ou no poder, nem em qualquer obra humana por mais útil que seja, como as ciências, a técnica e as artes, nem em outra criatura qualquer, mas apenas em Deus, fonte de todo o bem e de todo amor“.

O Pe. Royo Marín dá as razões: as riquezas, por exemplo, além de fomentarem progressivamente o desejo de mais fortunas, não excluem certos infortúnios como enfermidades e mortes, e podem ser perdidas por qualquer eventualidade. Similarmente, as honras, a fama e o poder são instáveis, pois cessam após a morte. Quem, por exemplo, se lembra hoje das personalidades que encheram os jornais de há um século?


Como ensina, pois, Santo Agostinho, só a posse de Deus pode proporcionar ao homem a máxima felicidade. Todavia, sendo Deus infinito, como poderia o homem obter a Deus? Esta resposta, a dá, de forma magistral, o Doutor Angélico: [A caridade] produz no homem a perfeita alegria. Com efeito, ninguém tem verdadeiro gáudio se não vive na caridade. Porque qualquer um que deseje algo, não goza nem se alegra nem descansa enquanto não o obtém. E nas coisas temporais ocorre que se apetece o que não se tem, e o que se possui se despreza e produz tédio; mas não é assim nas coisas espirituais. Pelo contrário, quem ama a Deus o possui, e por isso o ânimo de quem O ama e O deseja n’Ele descansa. (ANDRIA, Pedro de. Los mandamientos comentados por Santo Tomas de Aquino. 2. ed. Mexico: Tradición, 1981, p. 12: “[La caridad] produce en el hombre la perfecta alegría. En efecto, nadie posee en verdad el gozo si no vive en la caridad. Porque cualquiera que desea algo, no goza ni se alegra ni descansa mientras no lo obtenga. Y en las cosas temporales ocurre que se apetece lo que no se tiene, y lo que se posee se desprecia y produce tedio; pero no es así en las cosas espirituales. Por el contrario, quien ama a Dios lo posee, y por lo mismo el ánimo de quien lo ama y lo desea en El descansa”)

EM QUE CONSISTE A VERDADEIRA LIBERDADE?























É grande erro, crer que a faculdade ou poder de pecar pertença à essência da liberdade. Pelo contrário, essa defectibilidade da liberdade humana que lhe põe nas mãos o triste privilégio de poder pecar, é um grande defeito e imperfeição da mesma liberdade, que afeta unicamente às criaturas defectíveis [...]. A faculdade de poder pecar não é liberdade, mas sim depravação, libertinagem e, em definitivo, triste e vergonhosa escravidão. (Es un gran error, en efecto, creer que la facultad o poder de pecar pertenezca a la esencia de la libertad. Al contrario, esa defectibilidad de la libertad humana que le pone en las manos el triste privilegio de poder pecar, es un gran defecto e imperfección de la misma libertad, sino depravación, libertinaje y, en definitiva, triste y vergonzosa esclavitud” (ROYO MARIN, Antonio. Jesucristo y la vida cristiana. Madrid: BAC, 1961. p. 16)7.


Onde se encontra então esta liberdade extremamente procurada?

A liberdade consiste em que o homem siga aquele primeiro impulso que o incita invariavelmente para o bem. De acordo com o ensinamento de Leão XIII, em sua encíclica Libertas praestantissimum: Tal é a lei natural, a mais eminente de todas, escrita e gravada no coração de cada ser humano, pois a própria razão humana ordena fazer o bem e proíbe pecar. Mas esta prescrição da razão humana só pode ter força de lei porque é voz e intérprete de uma razão mais elevada, à qual se devem submeter nosso espírito e nossa liberdade (D 3247). A dignidade do homem exige que ele proceda segundo a própria consciência e por livre adesão [...] O homem atinge essa dignidade quando, libertando-se das escravidões das paixões, tende para o fim pela livre escolha do bem e procura a sério e com diligente iniciativa os meios convenientes (VS 42). Assim sendo, o homem verdadeiramente livre não é aquele que faz tudo quanto lhe passa pela cabeça, inclusive o mal, mas é o homem que aceita o seu primeiro impulso bom, o segue sempre e não admite embaraços que venham tolher este impulso.

Muitos padres para poucos, poucos padres para muitos. O insucesso das dioceses brasileiras


DESTAQUE


Minha diocese vem enfrentando um processo de secularização intenso, com conselhos de leigos comandando a vida paroquial e tomando, com a devida anuência episcopal, diversas funções reservadas aos ordenados. Tudo por aqui se resolve com planos e conselhos, de forma burocrática. Não por acaso a eficiência da diocese é semelhante ao de uma repartição pública.

Várias dioceses perceberam que a Tradição não deve ser evitada ou ridicularizada. Na França, por exemplo, onde a crise vocacional nas dioceses é imensa e onde o movimento tradicional tem a sua maior força, alguns bispos abriram as portas dos seminários ao rito tradicional. Em Lião o cardeal Barbarin já permite que os seus seminaristas aprendam a rezar a missa antiga. A diocese de Fréjus-Toulon abriga o maior seminário da França em números totais de seminaristas e desde a posse de Dom Dominque Rey como bispo se permite que os seminaristas aprendam o rito antigo e, ainda mais, escolham a forma da ordenação - no rito moderno ou tradicional. Inclusive Dom Rey fundou uma sociedade sacerdotal (Missionários da Divina Misericórdia) voltada para o rito antigo.

A abertura à tradição não acontece exclusivamente no ambiente religioso das fraternidades ou institutos. Algumas dioceses, com bispos realmente comprometidos com a causa da fé, também realizam experiências bem sucedidas nesse campo. Tomemos, por exemplo, Ciudaddel Este, que só este mês recebeu mais de uma dezena de novos seminaristas. Há ainda o seminário de Guadalajara, o maior do mundo, com mais de 1200 seminaristas. As duas casas de formação apostaram na abertura generosa à tradição católica e agora colhem os frutos. Já escrevemos sobre elas aqui.


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Muitos padres para poucos, poucos padres para muitos. O insucesso das dioceses brasileiras


Três diáconos da FSSP sendo ordenados ao sacerdócio - junho/2014



Chegamos ao final do mês de junho, um mês que dentro do calendário católico é marcado tradicionalmente por ordenações. Chegamos ao final do mês e minha diocese não terá o que comemorar, pois o número de novos padres é zero.

Minha diocese é um espelho daquela diocese típica do Brasil. Conta com mais de 1 milhão de pessoas, sendo aproximadamente 600 mil católicos. São 15 cidades, 66 paróquias e quase-paróquias e apenas 60 padres diocesanos, alguns deles já aposentados. Se não fosse pelo clero religioso, com 49 padres de 11 congregações/institutos, muitas paróquias estariam sem padres.

O grande número de padres religiosos se deve ao passado recente da diocese que, imediatamente depois do Concílio Vaticano II, viu seu seminário diocesano vazio. Não estou falando de uma diminuição de vocações, mas de uma verdadeira extinção em massa de seminaristas por aqui, que durou praticamente 10 anos. Dois ou três seminaristas, na década de 70, foram enviados à São Paulo para o período formativo. E retornaram para a diocese como bastiões da Teologia da Libertação, diga-se de passagem.

A década perdida na igreja diocesana é um sintoma do fracasso da teologia liberal e que nos marca até hoje. Queria poder dizer que essa página já foi virada e superada na nossa história, mas ela ainda persiste.


Ordenados na FSSPX (EUA)

Meu bispo diocesano goza de 9 anos à frente da diocese. Nesses nove anos ele ordenou 8 padres e um dos neo-sacerdotes abandonou o sacerdócio para se casar antes do primeiro aniversário de ordenação. Em termos numéricos, naquela função primordial que é própria do bispo diocesano, que é dar à comunidade de fiéis pastores, meu bispo fracassa, a diocese fracassa categoricamente.

Corremos o risco de outra década perdida em termos vocacionais. O seminário diocesano conta, hoje, com cinco seminaristas na etapa inicial (propedêutico), doze cursando filosofia e nove cursando teologia. Temos três seminários funcionando e consumindo recursos para apenas 26 seminaristas, sendo que a maioria nem será ordenada. Este ano, como em 2008 ou 2011, não teremos novos sacerdotes.

Meu bispo é contrário a tudo - absolutamente tudo - que cheira a tradição. Missa tradicional? Nem pensar! Inclusive ameaça padres que manifestam alguma vontade em celebrá-la, ainda que remotamente. Sem dúvida é uma pena que, como bispo, se comporte de forma tão intolerante, porque se desse espaço para a Tradição tenho certeza que seus três seminários poderiam estar em situação muito diferente da atual.

Mons. Schneider com mais sacerdotes ordenados para a FSSP


Enquanto 600 mil católicos não conseguem ter pelo menos um neossacerdote por ano, muitas comunidades tradicionais mostram seu vigor com inúmeras vocações. Os números até o momento:

Fraternidade São Pedro - 10 sacerdotes
Fraternidade São Pio X - 20 sacerdotes
Cônegos de São João Câncio - 3 sacerdotes (biritualistas)
Cônegos do Instituto Cristo Rei - 5 sacerdotes (número ainda não oficialmente confirmado, a ordenação se dará em agosto)

Com as ordenações deste ano a Fraternidade de São Pio X atinge +600 sacerdotes, a Fraternidade São Pedro chega a 420. Certamente todas as comunidades listadas acima não atendem a um universo de 600 mil almas. Seu apostolado é muito mais restrito, porém é espiritualmente eficiente.

Ordenação em Econe (Suíça)


Meu bispo, como vários outros bispos brasileiros, não percebe ou não quer perceber que o caminho trilhado até agora é infrutífero. Sobretudo o orgulho é a grande trave nos olhos de muitos mitrados.

Minha diocese vem enfrentando um processo de secularização intenso, com conselhos de leigos comandando a vida paroquial e tomando, com a devida anuência episcopal, diversas funções reservadas aos ordenados. Tudo por aqui se resolve com planos e conselhos, de forma burocrática. Não por acaso a eficiência da diocese é semelhante ao de uma repartição pública.

O ápice da secularização foi, em 2008, um processo de revisão "ampla" orientado por um leigo contratado ($) especialmente para prestar consultoria. O resultado da revisão foi festejado pelo bispo na forma de mais um plano de pastoral (o 6º!) que diz praticamente a mesma coisa que os outros cinco planos anteriores. O 6º Plano de Pastoral é alardeado como a maior conquista deste episcopado, sendo considerado uma verdadeira panaceia para todos os males pastorais que essa igreja particular enfrenta.

Neo-sacerdotes da FSSP, ordenados em Roma
por Mons. Guido Pozzo


Por outro lado, os membros das Fraternidades de São Pedro e São Pio X não parecem apostar na burocracia, nos planos pastorais, como ponto de partida. Jesus não disse "Ide e fazei Planos Pastorais", mas pediu que seus apóstolos fizessem discípulos. É na missão, na conversão pessoal que as comunidades tradicionais focam seu apostolado e conseguem tantos frutos espirituais, apesar do seu tamanho e da perseguição dentro da própria igreja. Seguir o Evangelho é o melhor plano pastoral possível e somente uma diocese esvaziada da sua essência cristã pode focar tanto em papel, conselhos, comissões, etc.


Experiências também nas dioceses 

A abertura à tradição não acontece exclusivamente no ambiente religioso das fraternidades ou institutos. Algumas dioceses, com bispos realmente comprometidos com a causa da fé, também realizam experiências bem sucedidas nesse campo. Tomemos, por exemplo, Ciudaddel Este, que só este mês recebeu mais de uma dezena de novos seminaristas. Há ainda o seminário de Guadalajara, o maior do mundo, com mais de 1200 seminaristas. As duas casas de formação apostaram na abertura generosa à tradição católica e agora colhem os frutos. 
Já escrevemos sobre elas aqui.

Novos seminaristas de Ciudaddel Este. O reitor do seminário ao centro
depois de rezar a missa tradicional e dar a tonsura aos novos seminaristas



Várias dioceses perceberam que a Tradição não deve ser evitada ou ridicularizada. Na França, por exemplo, onde a crise vocacional nas dioceses é imensa e onde o movimento tradicional tem a sua maior força, alguns bispos abriram as portas dos seminários ao rito tradicional. Em Lião o cardeal Barbarin já permite que os seus seminaristas aprendam a rezar a missa antiga. A diocese de Fréjus-Toulon abriga o maior seminário da França em números totais de seminaristas e desde a posse de Dom Dominque Rey como bispo se permite que os seminaristas aprendam o rito antigo e, ainda mais, escolham a forma da ordenação - no rito moderno ou tradicional. Inclusive Dom Rey fundou uma sociedade sacerdotal (Missionários da Divina Misericórdia) voltada para o rito antigo.

Dom Dominque Rey, bispo de Fréjus-Toulon, com dois
novos sacerdotes ordenados no rito tradicional (maio/2014)


Quem não tem cão, caça com gato


Devido a ausência de vocações, minha diocese decidiu, talvez guiada pelo espírito do 6º Plano de Pastoral, dar atenção aos diáconos permanentes. Não sou um crítico do diaconato permanente e acredito que a Igreja deva ter diáconos não-transitórios em suas fileiras, mas há um grave problema quando colocamos os diáconos permanentes (casados) como um paliativo para a falência da atividade vocacional. Por aqui são 56, dentre os quais 26 foram ordenados nos últimos 9 anos. Corremos o risco de nos tornarmos uma diocese parecida com "San Cristóbal de Las Casas", no México, que já foi assunto neste blog.

Nos próximos 10 anos o clero diocesano atingirá aquela faixa de idade crítica, onde mais da metade dos padres terá chegado aos 60 anos ou mais. Se as ordenações continuarem acontecendo no ritmo atual - e acredito que elas tendem a cair ainda mais - teremos problemas ainda mais sérios. O número crescente de logdenominações protestantes já é notado por aqui há muito tempo, com bairros de periferia com mais de 8 "igrejas" neo-pentecostais abertas e com um número cada vez maior de pastores. Não por acaso temos um dos mais baixos índices de católicos apurados pelo IBGE no último censo, abaixo da média brasileira que já é preocupante.

A resposta para esses problemas não virá com um 7º Plano de Pastoral, nem com a construção de mais um seminário, mas de uma verdadeira conversão do alto. Precisamos que o bispo perceba o caminho danoso que vem trilhando junto com os milhares de conselheiros, administradores, consultores, etc. ou que Deus nos mande um outro bispo.



Fonte: Blogonicvs
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