“Não há maior inimigo da Imaculada e de Seu Reinado que o ecumenismo de hoje, o qual todo Cavaleiro [da Imaculada] deve não só combater, mas também neutralizar, por uma ação diametralmente oposta e, finalmente, destruir” (S. Maximiliano Maria Kolbe).
Ver também: Sobre a Reforma, Católicos e Luteranos podem pedir perdão pelo mal causado e culpas cometidas: Papa Francisco à Federação Luterana Mundial
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Francisco se encontra com o líder dos luteranos alemães |
PEDIDO DE DESCULPAS AOS LUTERANOS
Impulsionados pelas palavras do Santo Padre, o Papa Francisco I, que disse durante um encontro com autoridades luteranas que "católicos e Luteranos podem pedir perdão pelo mal que causaram uns aos outros e pelas culpas cometidas perante Deus, alegrando-se ao mesmo tempo pela nostalgia de unidade que o Senhor tem despertado nos nossos corações e nos faz olhar em frente com esperança” (ler a notícia aqui e aqui), também gostaríamos de pedir desculpas.
Gostaríamos inicialmente de pedir desculpas por termos permanecido fiéis ao ensino católico até 1965. Guiados pelo concílio dogmático de Trento, ingenuamente nos equivocamos, não entendemos o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e defendemos a integridade de uma Verdade que hoje está ultrapassada, que precisou do advento do salvífico concílio ecumênico do Vaticano II para ser corrigida. Perdoem-nos, queridos irmãos!
Gostaríamos de pedir desculpas por termos defendido nossos países católicos contra as hordas de camponeses e nobres luteranos que pilharam cidades inteiras, destruíram catedrais, mosteiros, profanaram lugares santos, abusaram de freiras, esmagaram os crânios de seminaristas, monges, deportaram bispos, saquearam Roma, dizimando sua população a nada, enfim, desculpem-nos, irmãos, pois só hoje entendemos que tudo não passava de justiça social, dos direitos do homem, do homem preso, que tinha suas liberdades negadas pela hierarquia narcisista de então. Perdoem-nos!
Fonte: Católicos Ribeirão
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