segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Especial — Tenhamos Compaixão das Pobres Almas!


Nota do blogue¹: Post retirado dos blogues Alexandria Católica e A Grande Guerra.

Nota do blogue²: Iniciarei hoje a transcrição da obra intitulada ‘Tenhamos Compaixão das Pobres Almas!’, do célebre Monsenhor Ascânio Brandão. Esse livro já se encontra em arquivo PDF, o intuito da transcrição é acompanhar o mês das almas do purgatório, utilizando o livro para fazer uma grande obra de misericórdia às almas do purgatório, e futuramente possibilitar a reedição deste livro. Que Nossa Senhora me dê forças para concluir o trabalho.


NOVEMBRO - Mês Consagrado ao Sufrágio das Almas do Purgatório!
Aliviemos as Almas que Padecem no Purgatório!!


(Clique no título acima para baixá-lo)

30 meditações e exemplos sobre o Purgatório e as Almas
por Monsenhor Ascânio Brandão
Livro de 1948 - 243 pags
Casa da U.P.C.
Pouso Alegre
(Livro autografado pelo próprio Monsenhor Ascânio)


NIHIL OBSTAT
P. Anastácio Vasquez, C.M.F.
Censor
São Paulo 7 de Setembro de 1948

_______

IMPRIMATUR
Mons. José Maria Monteiro
Vigário Geral
São Paulo, 12 de Setembro de 1948






Novembro é o mês consagrado pela nossa devoção ao sufrágio das almas do purgatório [...].

Novembro é dedicado ao culto dos mortos, à devoção às almas do purgatório. De primeiro a trinta deste mês, vamos relembrar nossos deveres de justiça e de caridade para com nossos defuntos, vamos sufragar-lhes as pobres almas que estão sofrendo no purgatório. Como é bela e utilíssima esta devoção!

Nos dois primeiros dias, unidos à Mãe Santíssima do Rosário, comecemos devota e fervorosamente o Mês das Almas. Mês da saudade e mês do sufrágio.

A Igreja nos dá cada ano alguns meses destinados a incentivar algumas devoções[...]

Vamos, pois, incentivar nossa devoção, direi melhor, nossa compaixão pelas almas sofredoras. Neste mês meditemos, rezemos, soframos, façamos tudo que nos seja possível para que o purgatório receba mais sufrágios e para que as lições deste dogma terrível e consolador a um tempo, nos aproveitem bem.

Tenhamos compaixão das pobres almas! Se soubéssemos o que elas padecem! Se tivermos uma fé mais viva, sentiremos a necessidade de fazermos tudo ao nosso alcance para que este mês seja rico de boas obras, rico de preces fervorosas e sobretudo de Santas Missas e indulgências em favor do purgatório.

Neste mês podemos lucrar ricas indulgências... Uma indulgência de três anos uma vez cada dia, se fizermos qualquer exercício em sufrágio das almas; uma indulgência plenária para os que fizerem todo o Mês das Almas, contanto que confessem e comunguem e rezem pela intenção do Santo Padre o Papa num dia do mês. Aos que assistirem os exercícios, indulgência de sete anos cada dia do mês, E indulgência plenária na forma do costume. (P. P. O. 543.)

No dia 2 de Novembro há grande indulgência. Uma indulgência plenária cada vez a quem visitar as Igrejas rezando seis Pai-Nossos e Ave-Marias nas intenções do Sumo Pontífice.

Vamos, pois, façamos tudo pelas almas neste mês!

ÍNDICE

‘O ensinamento político de São Pio X’, de Jean Ortoli







O ensinamento político de São Pio X*

Jean Ortoli





INTRODUÇÃO
     

Creio que não é necessário apresentar São Pio X ao leitor da revista Le Sel de la Terre, mas gostaria de chamar a atenção para um aspecto importante da vida de José Melchior Sarto: seu nascimento, em 2 de junho de 1835, em Riese, vilarejo de Veneza, numa modesta família de agricultores. Filho da terra e marcado por ela, ele deve a suas origens camponesas o excepcional senso de realidade e a tenacidade a toda a prova que foram, ao longo de seu pontificado (1903-1914), o traço dominante de seu ensinamento e de sua atividade política.
Voltaremos a isso numa breve conclusão.
Este artigo é parte de uma tese de doutorado feita em 1971 de História do Direito e das Instituiçõesseção de nossas faculdades cujo programa reserva um lugar para a Igreja Católica entre as instituições francesas desde a Gália romana até os tempos modernos; lugar justificado pelos conselhos dados pela Igreja, bem enraizados na sociedade civil desde suas origens, e pelos papéis que ela desempenhou ao longo de sua história.
Sociedade de dimensões temporais, certamente, que ocupa um lugar evidente no ranque das instituições na sociedade dos homens, a Igreja também é, e acima de tudo, ao menos para seus fiéis, uma sociedade espiritual cuja finalidade suprema – a salvação eterna – se impõe a todos, membros da hierarquia e simples fiéis, mesmo que contrarie ou desafie os objetivos e interesses temporais: o pontificado de Pio X, rico de acontecimentos às vezes dolorosos, especialmente na França e Portugal, é uma perfeita ilustração disso.
Levando em conta essa dupla “dimensão” da Igreja, o objetivo de nossa tese consistia em fazer aparecer, através das atividades do pontificado de Pio X, os laços fortes e constantes que uniram as duas ordens, espiritual e temporal, ficando a segunda, em todos os casos, submissa à primeira. Creio que o leitor desta revista já está convencido disto, mas restava demonstrá-lo, apoiado em citações e exemplos, a um júri da Faculdade pública. Em outras palavras: como a Igreja absolutamente não é uma sociedade como as outras, era preciso pôr em evidência a “lógica eclesiástica” em que se enquadra a política do pontificado de Pio X. Por exemplo, como e por que consideráveis interesses materiais – os bens da Igreja na França – foram sacrificados no altar da República para salvaguardar o essencial: a liberdade da Igreja da França, necessária ao exercício de sua missão divina.
As pesquisas sobre o pontificado de Pio X conduziram o autor a analisar o conjunto dos atos oficiais da época (1903-1914) de maneira sistemática.[1] Tratando-se da sociedade civil, é importante distinguir os dois campos de atividade pontifical que aparecem de antemão:
– o governo propriamente dito: a política interna própria da Igreja (na França, o caso do Sillon, por exemplo); a política externa, sobretudo em relação aos Estados (o caso da separação, por exemplo);
– o ensinamento, de importância capital, pois é a doutrina da Igreja, recordada de maneira precisa pelos sucessivos Papas que a têm por guia em suas atividades internas e externas e que a explicitam segundo as necessidades do momento.
Neste ensinamento, a filosofia política desempenha um papel essencial. Louis Jugnet nos lembra que “toda doutrina política, tenha-se consciência disso ou não, supõe uma filosofia […]. Só se analisa verdadeiramente bem uma doutrina política quando se conhecem suas raízes filosóficas, explícitas ou não”.[2]
Ora, o estudo dos textos oficiais de Pio X revela um verdadeiro corpus de doutrina e de filosofia política, um conjunto de dimensão insuspeitada – pelo menos para o autor dessa tese... – e de rigor impressionante. Propomos aqui resgatar seus traços essenciais, divididos em duas partes:

1 – os fundamentos e as características gerais do ensinamento político de Pio X;
2 – a doutrina política decorrente.

domingo, 3 de novembro de 2013

Bula Quum Inter Nonnullos - Papa João XXII



[Definição dogmática sobre a pobreza de Cristo e dos Apóstolos, e condenação da heresia da absoluta pobreza...]


JOÃO XXII
BISPO SERVO DOS SERVOS DE DEUS


A opinião a qual assevera que Cristo e Seus discípulos não tinham nada, e, devido a isto, sobre aquilo que tinham, não possuíam nenhum direito, é errônea e herética. Esta [opinião] extravagante é realmente pertinente, e tem profundas implicações que foram obtidas, particularmente, das fontes da sagrada escritura. Se alguém cuidadosamente examinar tal [opinião] extravagante e a que se segue, diria, em minha opinião, que foi atribuída esta adequada designação [herética].

I. Já que, entre não poucos homens eruditos, acontece com frequência que há dúvida se a afirmação, persistente, de que Nosso Redentor e Senhor Jesus Cristo e Seus Apóstolos não tinham nada individualmente, nem em comum, é para ser censurada como herética e divergente; e sendo que coisas opostas são opinadas quanto a isso; Nós, desejando pôr um fim a este debate, depois de ter acatado o conselho de nossos irmãos [os cardeais], declaramos, por este perpétuo édito, que uma persistente asserção desse tipo, quando a sagrada escritura afirma, em várias partes, que eles [Jesus Cristo e Seus Apóstolos] não tinham poucas coisas, contradizendo expressamente tal ideia, e quando se supõe abertamente que a mesma sagrada escritura (através da qual os artigos da fé ortodoxa estão certamente provados quanto a tais coisas) contém o fermento da falsidade, e, consequentemente, o quanto se refere a isto, esvazia toda a fé nela, e torna a Fé Católica duvidosa e incerta, tirando esta demonstração[1], é, respectivamente, para [esta ideia] ser censurada errônea e herética.

II. Novamente, de forma persistente, a afirmar a precedente [matéria], que o direito do uso destas coisas não teria pertencido de nenhuma forma ao Nosso Redentor [e] Seus Apóstolos, ao que a sagrada escritura atesta que eles possuíam; ou que eles não teriam o direito de vender ou desfazer-se delas, ou, por conta deles, [o direito] de adquiri-las, coisas as quais a sagrada escritura atesta que faziam, ou supõe, expressamente, que eles poderiam ter atuado desta forma. Já que, uma asserção como esta, evidentemente forçaria que os seus usos e suas condutas, a respeito de tais coisas não eram justos, e tendo em vista que isto se refere ao uso, condutas ou ações do Nosso Redentor, o Filho de Deus, é ruim e detestável opinar. Nós, pois, declaramos, depois de ter acatado o conselho de nossos irmãos [os cardeais], que esta persistente asserção seja merecidamente censurada como contrária à sagrada escritura, inimiga da Doutrina Católica, e herética.

Certamente, portanto, a nenhum homem é permitido infringir esta página de nossas declarações, ou, por precipitada ousadia, se opor a isto. Se alguém, no entanto, o fizer, saiba que incorre na ira de Deus Onipotente e dos Seus Apóstolos Pedro e Paulo.

Dado em Avignon, dois dias antes dos Idos de novembro, no VII [VIII] ano do Nosso Pontificado, Ano do Nosso Senhor de 1323.

JOÃO PP. XXII


*** * ***


Traduzido por Marcos Vinicius Mattke, a partir da versão inglesa traduzida pelo “Arquivo Franciscano” e do original latino, disponíveis, respectivamente, em: http://www.franciscan-archive.org/bullarium/qinn-e.html http://www.franciscan-archive.org/bullarium/qinn-l.html.



A presente tradução da Bula Papal Quum Inter Nonnulos (para a língua portuguesa) não é a versão portuguesa oficial da Santa Romana Igreja, a qual não existia até o momento desta tradução.


Fonte: Montfort

sábado, 2 de novembro de 2013

INSÓLITO: PSIQUIATRAS DOS EUA ACEITAM PEDOFILIA COMO "ORIENTAÇÃO SEXUAL"



ACI/EWTN Noticias - A Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos (APA, por suas siglas em inglês) aceitou dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais a "orientação sexual pedofílica", e a diferenciou da "desordem pedofílica".

Para a APA, a "orientação sexual" pedofílica consiste naqueles que "nunca atuaram em base a seus impulsos".

Conforme informou o site informativo Neon Tommy, auspiciado pela Escola de Comunicações de Annenberg, da University of Southern Califórnia, a decisão da Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos deu lugar a que numerosos grupos de defesa da pedofilia ampliem "o alcance de suas organizações".

Tal é o caso, indicaram, de B4U-ACT, uma organização criada em 2003 "principalmente como uma forma para que ‘pessoas atraídas por menores’ sejam abertas sobre as suas preferências sexuais em uma atmosfera de apoio".


"De acordo ao porta-voz e agressor sexual com antecedentes, Paul Christiano, o grupo de defesa da pedofilia está "‘trabalhando para desestigmatizar a comunidade de saúde mental’. Christiano explicou que as atitudes negativas da sociedade para com as pessoas atraídas por menores ‘alcançam a elaboração de políticas e a comunidade de saúde mental’", indicou o informativo.

Caitlin Myers, estudante de doutorado em Sociologia da University of Southern Califórnia explicou ao Neon Tommy que não se pode assegurar que a conduta dos pedófilos fique somente na mente, pois "é cientificamente impossível resolver a pergunta de se as pessoas atraídas por um menor atuarão ou não em base a seus impulsos".


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

‘Stultorum infinitus est numerus’




Nota do BlogA matéria reproduzida aqui pode parecer chocante a certos espíritos. Acha-se, com efeito, retratada sem véus.
Embora a contragosto, não nos abstemos, porém, de fazê-lo, visto estarem os comentários em perfeita sintonia com os nauseabundos e fesceninos dias em que vivemos.
Em tempos menos fétidos, dizia-se que matérias desse quilate deveriam ser lidas “tapando-se o nariz” e de esguelha ou soslaio...
Por último, associe-se o leitor católico (para o qual, de forma precípua, temos a honra de nos dirigir) ao nosso preito de imprescindível reparação, que depositamos aos sacrossantos pés de Jesus e Maria!







Têm razão todos os que questionam se o passo a seguir ao "casamento gay" (protecção e incentivo estatal à homossexualidade), não poderá ser o estado incentivar relações sexuais entre humanos e animais. Peter Singer, o ateu utilitarista pró-homossexualidade (chama "alegria" à sodomia), coloca o sexo entre humanos e animais como o próximo tabu a derrubar, depois de referir a homossexualidade livre de constrangimentos sociais como uma conquista do último século. Não se admirem se, mais dia menos dia, a bestialidade começar a constar nos programas de "educação sexual" das escolas estatais...

Se Peter Singer é filósofo, eu sou o rato mickey. A sua argumentação é amoral e ilógica. Pretende legitimar o sexo entre humanos e animais, basicamente dizendo que há pessoas têm sexo entre humanos e animais. É o mesmo que defender a moralidade do homicídio, apresentando-o como uma realidade que acompanha a humanidade desde sempre. Puro irracionalismo.

Como mentiroso que é, cita o pedófilo Kinsey enquanto suposta autoridade científica. É sabido que a estratégia desse monstro, o pai da sexologia, também passou por desmoralizar a sociedade norte-americana (e o resto do mundo ocidental por arrasto), sob uma falsa autoridade científica. Este tipo de gente sempre pensou que uma coisa se torna moral, se for provada a sua prática generalizada ou comum entre a população. Isto já é uma falácia grotesca, mas o pior é quando eles tentam provar quão generalizada está uma prática sexual, elaborando estatísticas propositadamente viciadas. Basicamente, entrevistam grupos de violadores, pedófilos, zoófilos, etc., e depois generalizam os gostos e taras destes, em termos percentuais, para o total da população.

É assim que, segundo Kinsey, a quem Singer dá credibilidade total, 50% (metade!) dos homens rurais da América tinham relações sexuais com animais! Por mero senso comum, alguém pode considerar plausível esta "descoberta científica"? Só arrancando os olhos à razão.

Um outro "investigador", biólogo holandês, é citado por Singer quanto à teoria de que isto passava-se assim porque as jovens mulheres da época, na sua maioria só aceitavam ter relações sexuais depois do casamento.

Vamos pensar um pouco. Metade do mundo rural masculino norte-americano conspurcava-se com vacas e vitelas, porque a maioria do universo rural feminino norte-americano guardava-se para o casamento. O argumento é absolutamente idiota e auto-contraditório. Uma sociedade tão casta ao ponto de ser generalizada a abstinência sexual antes do casamento, não pode ser simultaneamente tão promíscua (e porca!) ao ponto de metade (!) dos seus homens terem sexo com vacas e vitelas.

Peter Singer é um tarado que cita supostas autoridades científicas para demonstrar que as raparigas têm mais atracção por cavalos do que os rapazes, e que isso se trata de uma atracção sexual. O argumento apresentado é do que passear sentado em cima do cavalinho, vai de encontro à anatomia sexual feminina. É preciso ser mesmo tarado para ver pormenores e relações destas. A tese implicaria que as mulheres também fossem mais atraídas por bicicletas e motas do que os homens.

Para além da lógica, baseada numa mentira, do "muita gente faz", o anormal do Singer também defende o fim do tabu da bestialidade afirmando que os outros mamíferos, tal como nós, têm pénis e vaginas, afirmando que a vagina de uma vitela pode proporcionar prazer a um homem. O prazer e a compatibilidade "mecânica" dos órgãos envolvidos, são assim as referências máximas a que a inteligência porcina de Singer consegue chegar, para discutir moral sexual.

Ele teoriza, estupidamente, que o tabu do sexo entre humanos e animais se pode ter originado na rejeição mais generalizada de actividades sexuais não-reprodutivas. Ou seja, em vez de dizer o porquê de defender como errada a reprovação moral do sexo entre humanos e animais; atribui uma origem a essa ideia. A apologia da bestialidade é, como não podia deixar de ser, completamente ilógica.

A noção é a de que já quase todos os tabus sobre o sexo não-reprodutivo foram vencidos, pelo que a resistência do tabu sobre a bestialidade se deve a uma "força" que leva os humanos a distinguirem-se dos animais. Aqui, conclui-se o que disse no início: temos todos os motivos para temer que depois da "benção" estatal e banalização do homossexualismo, venha a apologia estatal da bestialidade. É o próprio "filósofo" Peter Singer, ateu, anticristão, pró-homossexualismo, abortista, esquerdista e ídolo pop "progressista", quem coloca as coisas nesta ordem!

Peter Singer identifica a tradição judaico-cristã como responsável por esta (maldita aos seus olhos) distinção entre humanos e animais. O que é um argumento de peso contra os ateus, fãs de Singer, que dizem que a cultura judaico-cristã é responsável por barbárie e retrocesso civilizacional. A não ser que se considere civilização e progresso, os humanos terem relacionamentos sexuais com inquilinos de estábulos, galinheiros, canis e pocilgas...

A única reticência moral que o elevado Singer coloca no sexo entre homens e animais, é no caso da actividade ser violenta ou fatalmente cruel para os bichinhos. Mas, diz ele, o sexo com animais não tem de envolver sempre crueldade. E até dá um exemplo:

«Who has not been at a social occasion disrupted by the household dog gripping the legs of a visitor and vigorously rubbing its penis against them? The host usually discourages such activities, but in private not everyone objects to being used by her or his dog in this way, and occasionally mutually satisfying activities may develop.»

Talvez aqui ele, segundo os seus próprios termos, tenha sido demasiado conservador, não? Se o cão tiver a iniciativa à frente de toda a gente, para quê reservar e limitar a "actividade mutuamente satisfatória" em privado. Se é para acabar com todos os tabus, para quê impedir que o cão use o Singer (presumo que o "filósofo" fale por experiência própria), para se satisfazer sexualmente, e ao seu dono, logo e onde lhe der vontade?

"Not everyone objects to being used by her or his dog?" Fala por ti, ó Singer...

O "filósofo" termina com um caso muito interessante. O de uma tratadora de orangotangos que reagiu com tranquilidade, quando um indivíduo da espécie se aproximou dela com uma erecção. A tratadora tranquilizou os presentes, não porque fosse possível lutar e dominar o bicho, mas porque os orangotangos têm um órgão sexual muito pequeno. Ao fim de pouco tempo, parece que o animal perdeu o interesse.

A conclusão de Singer é então espectacular. Louva a tratadora, dizendo que o aspecto fundamental do caso é ela não ficar chocada ou horrorizada, por ser objecto de interesse sexual de animais (inofensivos). Conclui que isto implica que o sexo entre humanos e animais deixe de ser visto como ofensa ao estatuto ou dignidade humana. Tudo a ver...

Ou seja, como as bestas podem ver-nos como objectos de satisfação sexual, respeitem-se as bestas, desde que elas não sejam violentas. Escapam a Singer dois pormenores. A tratadora só não ficou chocada e horrorizada, talvez pelo simples facto do "equipamento" do animal ser inofensivo

E Singer só não fica chocado e horrorizado com actos sexuais entre humanos e animais, porque, entre outras aberrações do género que descreve no seu texto, é tão doente que consegue imaginar uma utilidade sexual para o instinto de sucção das vitelas, descrevendo a cena em calão corrente. Os orangotangos ou outros bichos terem iniciativa sexual CONTRA humanos, não atenta contra a dignidade humana. Atenta contra a sua segurança e/ ou a higiene. Um humano ver nisso algo que legitima a bestialidade, é que atenta contra a sua dignidade. No fundo, acha o "convite" interessante e concretizável. Sente-se dignificado por ele. Um orangotango ou cão "entusiasmar-se" pelo Singer, é para este o mesmo que uma mulher mostrar interesse sexual por um homem normal. Fica orgulhoso e é tentado a pensar "porque não?"


"Humans have often thought of "love for animals" in ways that go beyond a pat and a hug..."


Peter Singer, in "Heavy Petting


Fonte: Notas Impertinentes

Pio IX e Dixieland




Um dos fatos mais negligenciados dos tempos da guerra civil americana é a simpatia que o Sul ganhou do mais influente monarca de Europa – O papa de Roma.

O papa Pio IX nunca assinou efetivamente qualquer tipo de aliança ou “afirmação de apoio” com os Estados Confederados da America, mas aqueles que entendem a nuance do protocolo papal, o que ele fez foi um tanto impressionante. Ele reconheceu o Presidente Jefferson Davis como “O honorável Presidente dos Estados Confederados da America."

Para isto nós podemos pegar Três coisas sobre o Papa Pio IX

1. Ele chamou Jefferson Davis pelo titulo habitual de “Honorável”.

2. Ele o reconheceu como presidente de uma nação.

3. Ao fazer isto, ele (ao menos a nível pessoal) efetivamente reconheceu que os Estados Confederados da América como uma entidade soberana, separada dos Estados Unidos da América.

Noticias sobre isto chegaram ao Norte, e a Casa Branca estava consideravelmente irada sobre isto, incitando uma resposta do Vaticano que a Carta do Papa não tem um significado de um reconhecimento “Oficial”, no sentido formal.

A carta do Papa a Jefferson Davis estava acompanhada de uma imagem autografada do Papa.

Há muitas possíveis razões porque este Pontífice seria simpático aos CSA e seu presidente, mas a mais provável é que o Papa Pio IX reconheceu na tradicional cultura Cristã do sul, uma mentalidade oposta ao avanço do modernismo liberal. Você vê que Pio IX que compôs o famoso “Syllabus de erros” , que condenou as filosofias modernistas do liberalismo, humanismo, secularismo e marxismo. É especulado que Pio IX viu na confederação um movimento político mergulhado na tradição cristã européia, e, portanto, um potencial aliado contra o modernismo liberal no continente Norte Americano. Infelizmente, a Confederação foi derrotada, e o Presidente Davis foi capturado. Como a “desconstrução” do sul começou, e Davis esperava seu julgamento, é entendível por que o Papa seria simpático.
O Papa Pio IX foi uma figura reverenciada no Sul do pós-guerra. O General Robert E. Lee manteve um retrato dele em sua casa, e se referia a ele como o único verdadeiro amigo do sul durante seu tempo de necessidade. Ambos Davis e Lee eram Episcopais, como eram muitos sulistas antes da guerra, uma denominação que tinha muitas coisas em comum com o catolicismo antes da influencia modernista do Século XX. Davis era visitado freqüentemente por freiras católicas sulistas durante sua prisão, que entregavam mensagens para ele e rezavam por sua liberdade. Ele eventualmente foi libertado, nunca passando por julgamento, em razão de que ele nunca cometeu um verdadeiro crime. . Acredita-se que a maioria dos ministros do Supremo Tribunal dos EUA naquela época reconheceu o direito de secessão.

Americanos do sul de hoje deveriam se confortar sabendo que a antiga confederação teve um amigo europeu, e apenas aconteceu de ser um dos mais respeitados homens do mundo- não apenas um chefe de estado, mas tambem o lider da maior religião Cristã do mundo. O dia virá quando o Papa Pio IX sera canonizado como santo, Ele ja foi beatificado, o que o coloca bem nesse caminho. Quando este dia chegar, os Sulistas terão um especial direito especial para se gabar, não muito apreciada por muitas nações ainda hoje. Eles não só poderão ser capazes de melhorar as simpaticas durante e depois da grande Guerra, mas ele tambem terão em sua posse coletiva uma reliquia do homem, uma carta escrita a mão e uma foto autografada.




POR RAFAEL MANIERI

Fonte: Estudos Católicos Monárquicos

TRADIÇÃO EM FOCO COM ROMA: LOBOS COM PELE DE OVELHA




TRADIÇÃO... FORA DE FOCO; 'ROMA' É PURO PRETEXTO.







O BLOG 'TRADIÇÃO EM FOCO COM ROMA' É, VISTO EM PROFUNDIDADE, CARACTERISTICAMENTE DO GÊNERO ‘QUINTA-COLUNA’ – PERVERSOS ADULTERADORES DA FÉ CATÓLICA, QUE, SOB O PRETEXTO DE PROPAGAR “UNIÃO A ROMA”, SEM PEJO, NÃO VACILAM EM PROPUGNAR — TANTO NO CAMPO DA FÉ COMO NO DA MORAL — TODA SORTE DE DOUTRINAS HERETIZANTES, ESCANDALOSAS, FALSAS, ERRÔNEAS, OFENSIVAS AOS OUVIDOS PIOS...

CONSTITUEM O AGRUPAMENTO DOS QUE FIZERAM RALLIEMENT COM O VATICANO II E, PRETENDENDO-SE TRADICIONALITAS [SIC!] MODERADOS, SUSCITAM DIVISÃO, DESORIENTAÇÃO E ENGANO NAS HOSTES VERDADEIRAMENTE TRADICIONAIS.

LANÇAM MÃO DE TODA ESPÉCIE DE ARTIFÍCIOS BISONHOS E CEDIÇOS PARA COONESTAR O DESASTROSO CONCÍLIO VATICANO II FORJANDO UMA INTERPRETAÇÃO EM CONSONÂNCIA COM A SANTA E INVARIÁVEL TRADIÇÃO CATÓLICA DUAS VEZES MILENAR.

SEGUNDO A ACEPÇÃO CONTEMPORÂNEA, PODE-SE QUALIFICAR ESSA MANOBRA DE "PROPAGANDA ENGANOSA".

SÃO, PORTANTO, LOBOS DISFARÇADOS DE OVELHAS.

ATENTEMOS PARA O VISGO DA SERPENTE!

“...INIMIGA NÃO HÁ MAIS FERA QUE A PIEDADE FALSA DA SINCERA.” Já dizia Luiz de Camões!


Core Catholica
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