quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Dilma usou ponto eletrônico no debate




Começou a circular na internet uma foto mostrando que Dilma, no debate do dia 14/10 na Band, usou ponto eletrônico, por onde um assessor passava as respostas mais complexas, como estatísticas e números de leis. Lembram que ela gaguejava do nada, de quando em vez? E às vezes ajeitava o cabelo? Era o ponto eletrônico. Mais um truque sujo nesta campanha de mentiras do PT.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Marcha gradativa - Da derrubada de barreiras à complacente anuência



DESTAQUE


Quem ousaria negar que, na marcha célere para o abismo, em breve não se proponham, para efeito de ‘canonização', até mesmo homossexuais públicos e notórios?



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Raphael de la Trinité


Corresponde a algo que, infelizmente, já estava implícito no Vaticano II, mas que, agora, é levado até às últimas consequências. Trata-se de um passo além no processo iníquo de autodemolição da Igreja.

Em primeiro lugar, sob o pretexto de recusa à discriminação e de uma pretensa indulgência onímoda, de forma mais ou menos aberta, mais ou menos velada, abrem-se as portas da Igreja para hereges confessos, comunistas, homossexuais, e assim por diante.

Numa segunda etapa, enceta-se a mais completa e intolerante perseguição (que recrudesce nos dias atuais) contra os que mantêm a fidelidade à inalterada Fé.

Numa terceira etapa, o homossexualismo passa a não mais ser designado como pecado que brada aos Céus clamando por vingança. Assim sempre foi entendido o 'pecado sensual contra a natureza'. A condenação era expressão com toda clareza e energia pelo Concílio de Trento, cujos termos foram reproduzidos pelo Catecismo dos Párocos, conhecido como CATECISMO ROMANO. O Catecismo de São Pio X, em forma de compêndio, divulgou essa verdade inconteste a mancheis pelo mundo católico.

Agora, numa quarta etapa, já se apresenta o homossexualismo como algo mais do que tolerável. Inspirados numa noção abusiva e escandalosa de misericórdia, muitos apontam até aspectos ‘positivos em casais [sic!] do mesmo sexo’.

É preciso assinalar como isso se acha nos antípodas do ensinamento duas vezes milenar da Santa Igreja?

Quem ousaria negar que, na marcha célere para o abismo, em breve não se proponham, para efeito de ‘canonização', até mesmo homossexuais públicos e notórios?

Com efeito, em declaração recente, o Cardeal D. Claudio Hummes (que, numa incoerência flagrante, apoda, ao mesmo tempo, os católicos de sempre, defensores da Missa tradicional, como 'fariseus') não titubeou em afirmar que um homossexual pode perfeitamente chegar à santidade...


Na lógica do erro, não há como evitar uma conclusão dessa natureza.

Sínodo – ‘Vírus do individualismo’ desafia a Igreja, a família e a sociedade, diz responsável do Vaticano


DESTAQUE

“Hoje, diz-se que todas as formas de estar juntos podem ser família. Se ‘tudo’ pode ser família, nada é família e o que permanece é somente o ‘eu’ onde se sacrifica tudo, família, afetos, até mesmo a própria vida”, alerta o presidente do Conselho Pontifício para a Família.


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Para D. Vincenzo Paglia «se tudo pode ser família, nada é família»

Cidade do Vaticano, 05 out 2014 (Ecclesia) – O presidente do Conselho Pontifício para a Família considerou que o maior desafio que se coloca à Igreja hoje é o “individualismo” que “se exalta” e concentra “todas as instituições em si mesmo, inclusive a família”.

“Tudo é possível, qualquer relação estável torna-se muito pesada e então há crise no casamento religioso como no civil e nas uniões de facto. O que vemos crescer, especialmente nos países ocidentais, é o estar sozinho e agora esse (na minha opinião) é o grande desafio”, considera D. Vincenzo Paglia.

Para o prelado, este é um desafio espiritual, cultural e antropológico que depois de “resolvido” oferece “cura para tudo”.

Na entrevista que antecede a terceira assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos, D. Vincenzo Paglia frisa que “o vírus não está nos casais, não casados ou nas uniões do mesmo sexo”, mas “envenenou a vida antes”.

“Hoje diz-se que todas as formas de estar juntos podem ser família. Se ‘tudo’ pode ser família, nada é família e o que permanece é somente o ‘eu’ onde se sacrifica tudo, família, afetos, até mesmo a própria vida”, alerta o presidente do Conselho Pontifício para a Família.

Nesse sentido, o arcebispo assinalou à Rádio Vaticano que se vive “uma espécie de criação às avessas” onde pela primeira vez na história há uma “mudança radical de civilização”, porque o trinómio “matrimónio-família-vida” nunca tinha sido “destruído” e agora “cada indivíduo reconstrói-o como deseja”.

“O Senhor diz à criação: não é bom que o homem esteja só. Hoje vivemos sob a convicção oposta de que é bom que o homem esteja só, ou melhor, que todos pensem em si”, analisa o prelado italiano.

Para o entrevistado este é o “problema básico” que interessa à família e no qual também está o futuro da humanidade.

“A tarefa da Igreja é de dizer à sociedade que a união entre homem e mulher e a sua geração é um património da humanidade, que não pode ser atingido, caso contrário, teremos a decomposição da própria sociedade”, sustenta.

A terceira assembleia geral extraordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema os “desafios pastorais sobre a família”, começa hoje, com a Eucaristia presidida pelo Papa Francisco, e termina no dia 19 de outubro.

A reunião conta com a participação de mais de 250 participantes, entre presidentes de conferências episcopais, religiosos, responsáveis da Santa Sé, peritos e outros convidados que partem de um documento de trabalho comum (instrumentumlaboris).


Esta assembleia consultiva vai ser seguida por uma assembleia geral ordinária de 4 a 25 de outubro de 2015.

Fonte: Rádio Vaticano e Zguiotto

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Presidente da Conferencia Episcopal da Polônia diz: "Inaceitável Documento Sinodal".


DESTAQUE


"Não foi dada tanta atenção para o que este documento diz, mas para o que ele não diz. Fala [esse documento] sobre as exceções de ordem prática, mas também precisamos mostrar a verdade. Além disso, os pontos que falam de crianças confiadas a casais do mesmo sexo são formulados mais ou menos como se esta situação fosse louvável! Também este é um defeito desse texto, que deve ser um incentivo à fidelidade, aos valores familiares, mas, em vez disso, parece aceitar tudo como está aí. Criou [esse documento] a impressão de que o magistério da Igreja tem sido impiedoso até agora, como se o ensino de misericórdia estivesse começando só agora".


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Arcebispo Stanislaw Gadecki: O documento do Sínodo dos Bispos é inaceitável para muitos bispos.



Rádio Vaticano - 13/10/2014


Em entrevista à Rádio Vaticano, o presidente da Conferência Episcopal Polonesa não hesitou em dizer que esse documento se afasta do ensinamento de João Paulo II, e mesmo que nele se podem  notar os traços da ideologia anti-casamento. Segundo Dom Gadecki, este texto também deixa ver a falta de uma visão clara para a assembleia sinodal.

"O objetivo deste Sínodo pastoral é o apoio para as famílias em dificuldade, ou é o seu objetivo o estudo de casos especiais? Nossa principal tarefa é apoiar a família pastoralmente, mas não atingi-la, expondo essas situações difíceis, que existem, mas que não constituem o núcleo da própria família, pois [os casos especiais] não cancelam a necessidade de apoio que deve ser dado às boas famílias, normais, às famílias comuns, que estão lutando não tanto para a sobrevivência como para a fidelidade", disse o arcebispo Gadecki.

"Referindo-se às questões de casamento e família, certos critérios que estão sendo aplicados levantam dúvidas., Por exemplo, o critério do gradualismo. Você pode realmente tratar a coabitação como gradual, no caminho para a santidade? Hoje, a discussão também destacou que a doutrina apresentada no documento é marcada pelo pecado da omissão. Como se a visão do mundo prevalecesse e tudo que é imperfeito tendesse para a perfeição... Não foi dada tanta atenção para o que este documento diz, mas para o que ele não diz. Fala [esse documento] sobre as exceções de ordem prática, mas também precisamos mostrar a verdade. Além disso, os pontos que falam de crianças confiadas a casais do mesmo sexo são formulados mais ou menos como se esta situação fosse louvável! Também este é um defeito desse texto, que deve ser um incentivo à fidelidade, aos valores familiares, mas, em vez disso, parece aceitar tudo como está aí. Criou [esse documento] a impressão de que o magistério da Igreja tem sido impiedoso até agora, como se o ensino de misericórdia estivesse começando só agora".



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----- The Great Division - Wojtyła Nation to the Rescue. 
President of the Polish Bishops' Conference:
"Synod Document Unacceptable"


Archbishop Gądecki: Document of the Synod of Bishops Unacceptable For Many

 The document summarizing the first week of the synod is not acceptable to many bishops - so says Archbishop Stanislaw Gądecki.
Vatican Radio, October 13, 2014

In an interview with Vatican Radio, the President of the Polish Episcopal Conference did not hesitate to say that this document departs from the teaching of John Paul II, and even that in it can be noticed traces of the anti-marriage ideology. According to Archbishop Gądecki, this text also highlights the lack of a clear vision for the synodal assembly.
"Is the purpose of this Synod pastoral support to families in difficulty, or is its goal the study of special cases? Our main task is to support the family pastorally, not to hit her, exposing these difficult situations that exist, but which do not constitute the nucleus of the same family; they [the special cases] do not void the need for support, which should be given to good, normal, ordinary families, who are struggling not so much for survival as for fidelity," said Archbishop Gądecki.
"Referring to the issues of marriage and family, certain criteria are being applied that raise doubt. For example, the criterion of gradualism. Can you really treat cohabitation as gradual, on the path to holiness? Today, the discussion also highlighted that the doctrine presented in the document is marked by the sin of omission. As if the world's view prevailed and everything was imperfection which leads to perfection... Attention was paid not so much to what this document says, but to what it does not say. Speak about the practical exceptions, but we also need to present the truth. Also, the points that speak of children entrusted to same-sex couples are formulated somewhat as if this situation is being praised! This is also a defect of this text, which should be an incentive to fidelity, family values, but instead seems to accept everything as it is. It created an impression that the teaching of the Church has been merciless so far, as if the teaching of mercy were beginning only now."

Fonte: Rorate Caeli

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

PARA ONDE NOS LEVA A ‘TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO’?


DESTAQUE
 

O materialismo precisa da ajuda da teologia para ser redentor. (Walter Benjamin).

O pessoal da teologia da libertação, leitor atento do antigo testamento, se apropriou. Há uma relação forte desse elemento profético com o cristianismo da libertação na América Latina.

Nasci no Brasil, fui para a Europa fazer tese sobre Marx e vivo na França há 40 anos. Tenho estudado o judaísmo libertário e o grupo de pensadores que articulou a tradição messiânica com a utopia revolucionária. Sou um ateu religioso. Acredito no marxismo e no homem, mas essa já é uma fé profana... Há uma relação forte desse elemento profético com o cristianismo da libertação na América Latina(Michael Lowy, cientista social)


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Michael Lowy fala sobre religião e marxismo, dá sua opinião sobre utopia e comenta tropicalismo - Marcelo Carnaval / Agência O Globo











Michael Lowy, cientista social - ‘Agora é que
a história do socialismo está começando’

por Pedro Gueiros


Michael Lowy fala sobre religião e marxismo, dá sua opinião sobre utopia e comenta tropicalismo:

“Nasci no Brasil, fui para a Europa fazer tese sobre Marx e vivo na França há 40 anos. Tenho estudado o judaísmo libertário e o grupo de pensadores que articulou a tradição messiânica com a utopia revolucionária. Sou um ateu religioso. Acredito no marxismo e no homem, mas essa já é uma fé profana”.


Conte algo que não sei

— O derretimento das calotas polares [levará] as principais cidades a ficarem debaixo d’água. A sociedade industrial capitalista ocidental nos faz caminhar para o desastre. Estamos sob a ameaça do dilúvio, como na Bíblia. Precisamos pensar numa alternativa civilizatória radical, determinada pela decisão coletiva e democrática. Chamo isso de ecossocialismo.

Boa parte dos intelectuais marxistas, como o senhor, tem origem judaica. A religião que oprime é a mesma que liberta?

— Walter Benjamim denuncia o capitalismo como religião mas diz que o materialismo precisa da ajuda da teologia para ser redentor. Há na tradição judaica o messianismo, promessa de um mundo do qual a opressão, a fome, a miséria, a guerra desaparecerão. Isso tem potencial subversivo, mas não é monopólio dos judeus. O pessoal da teologia da libertação, leitor atento do antigo testamento, se apropriou. Há uma relação forte desse elemento profético com o cristianismo da libertação na América Latina.

O uso da força faz do oprimido de hoje o opressor de amanhã. A revolução definitiva será obtida por meio do amor?

— O ideal seria a revolução do amor, pacífica. Infelizmente, sabemos que as classes dominantes resistem às mudanças. É importante buscar a transformação pela consciência, mas em certas circunstâncias você será obrigado a se defender.

Com a queda do muro, o que restou da utopia?
— O que fracassou nos países do leste foi uma caricatura burocrática do socialismo. Talvez no começo, havia uma tentativa, mas virou uma ditadura totalitária. Só que não acabou. Na verdade, é agora que a história do socialismo está começando.

Vistos como a civilização do atraso, os índios agora são o paradigma do futuro?

— Benjamim dizia que o capitalismo tem relação assassina com a natureza. As comunidades primitivas do Brasil e de toda a América Latina consideravam a natureza como uma mãe generosa. Não por acaso, indígenas estão na vanguarda da luta. Não podemos voltar a viver como eles, mas aprender a respeitar essa mãe generosa.


Fonte: O Globo

Documento do Vaticano defende mudança da Igreja em relação aos gays


DESTAQUE
John Thavis, vaticanista e autor do bem-sucedido livro “Os Diários do Vaticano”, classificou o comunicado como “um terremoto” na atitude da Igreja em relação aos gays.
Vários participantes na reunião a portas fechadas afirmaram que a Igreja deveria amenizar sua linguagem condenatória em referência aos casais gays e evitar frases como “intrinsecamente desordenados” ao falar sobre os homossexuais.
Essa foi a frase usada pelo ex-papa Bento 16 em um documento escrito antes de sua eleição, quando ainda era o cardeal Joseph Ratzinger e chefe da Congregação para a Doutrina da Fé.
"Os homossexuais têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã: seremos capazes de acolher essas pessoas, garantindo a elas um espaço maior em nossas comunidades? Muitas vezes elas desejam encontrar uma igreja que ofereça um lar acolhedor”, afirma o documento, conhecido pelo nome latino de “relatio”.
“Serão nossas comunidades capazes de proporcionar isso, aceitando e valorizando sua orientação sexual, sem fazer concessões na doutrina católica sobre família e matrimônio?”, indagou.


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Por Philip Pullella


CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Numa grande mudança de tom, um documento do Vaticano declarou nesta segunda-feira que os homossexuais têm “dons e qualidades a oferecer” e indagou se o catolicismo pode aceitar os gays e reconhecer aspectos positivos de casais do mesmo sexo.
O documento, preparado após uma semana de discussões sobre temas relacionados à família no sínodo que reuniu 200 bispos, disse que a Igreja deveria aceitar o desafio de encontrar “um espaço fraternal” para os homossexuais sem abdicar da doutrina católica sobre família e matrimônio.
Embora o texto não assinale nenhuma mudança na condenação da igreja aos atos homossexuais ou em sua oposição ao casamento gay, usa uma linguagem menos condenatória e mais compassiva que comunicados anteriores do Vaticano, sob o comando de outros papas.
A declaração será a base das conversas da segunda e última semana da assembleia, convocada pelo papa Francisco. Também servirá para aprofundar a reflexão entre católicos de todo o mundo antes de um segundo e definitivo sínodo no ano que vem.
"Os homossexuais têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã: seremos capazes de acolher essas pessoas, garantindo a elas um espaço maior em nossas comunidades? Muitas vezes elas desejam encontrar uma igreja que ofereça um lar acolhedor”, afirma o documento, conhecido pelo nome latino de “relatio”.
“Serão nossas comunidades capazes de proporcionar isso, aceitando e valorizando sua orientação sexual, sem fazer concessões na doutrina católica sobre família e matrimônio?”, indagou.
John Thavis, vaticanista e autor do bem-sucedido livro “Os Diários do Vaticano”, classificou o comunicado como “um terremoto” na atitude da Igreja em relação aos gays.
“O documento reflete claramente o desejo do papa Francisco de adotar uma abordagem pastoral mais clemente no tocante ao casamento e aos temas da família”, disse.
Vários participantes na reunião a portas fechadas afirmaram que a Igreja deveria amenizar sua linguagem condenatória em referência aos casais gays e evitar frases como “intrinsecamente desordenados” ao falar sobre os homossexuais.
Essa foi a frase usada pelo ex-papa Bento 16 em um documento escrito antes de sua eleição, quando ainda era o cardeal Joseph Ratzinger e chefe da Congregação para a Doutrina da Fé.


Fonte: Yahoo


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Entenda o que Fidel fez para implantar a ditadura em Cuba e sua ligação estreita com o PT


DESTAQUE


Apelo do médico Cubano na bancada da câmara>>> “Senhores, basta de ditadura, basta de apoiar o governo de Castro. Quem apoia a ditadura de Castro suja suas mãos de sangue, tanto o PT como todos vocês!”.


Alexandre Garcia, comentarista da Globo, também denunciou o caso ainda em 2013, e disse que este programa “Mais Médicos” não passa de uma artimanha para financiar a ditadura cubana.



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O PT tenta plantar uma imagem de benevolente ao ditador genocida Fidel Castro, definitivamente um lobo em pele de cordeiro. Um ditador dos mais bárbaros, que plantou mentiras e implantou o medo ao povo cubano para tornar o país uma das mais antigas ditaduras que ainda resistem aos tempos. Alguém que disse com todas as palavras ao povo que não era comunista e depois já com sua ditadura implantada demonstrou sua real posição de comunismo dos mais extremos e hipócritas que se pode imaginar, pois implantou um regime de “igualdade”, mantem seu povo em pobreza e entrou na lista da Forbes como um dos mais ricos do mundo. Veja o vídeo a seguir e entenda de uma vez por todas quem é Fidel, as perversidades que tem implantado em Cuba e sua ligação estreita com o governo petista. Assista>> O mito Fidel, exemplo para os petistas

Visto o vídeo assimile as ações do governo petista já implantadas no Brasil.

Lembra-se dos médicos cubanos que estão no Brasil? Veja a denuncia emocionada e extremamente grave, feita por um médico cubano no congresso federal e que parece ter sido ignorada pela mídia, pelos parlamentares e pela justiça brasileira:





Apelo do médico Cubano na bancada da câmara>>> “Senhores, basta de ditadura, basta de apoiar o governo de Castro. Quem apoia a ditadura de Castro suja suas mãos de sangue, tanto o PT como todos vocês!”

Alexandre Garcia, comentarista da Globo, também denunciou o caso ainda em 2013, e disse que este programa “Mais Médicos” não passa de uma artimanha para financiar a ditadura cubana





Agora veja o que Lula disse ainda quando era presidente, sobre suas intenções de aplicar o dinheiro brasileiro em Cuba, deixando claro que os investimentos em Cuba eram PRIORITÁRIOS






Fonte: Revolta Brasil

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